Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

 

Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XIX

 

 

                25 De Dezembro de 2008. Dia de Natal. De manhã, os presentes estavam debaixo das árvores de Natal, mesmo dos mais adultos. Sr. Simone tinha pedido a Gordon, seu marido, para comprar uma prenda de última hora para Andreas, que tinha ficado hospedado na casa naquela noite. A prenda de Bill foi um novo portátil, enquanto Tom ganhou um novo mp4. Andreas recebeu um livro de aventuras, apenas uma pequena lembrança.

                Georg ofereceu um colar de ouro branco e diamantes a Natalie. A rapariga ofereceu-lhe um perfume, passando o dia juntos.

                Gaby passou o dia em casa, contudo seus pais não festejam o Natal porque são budistas. Não via o namorado, Gustav, á dois dias. Ele estava em casa, celebrando o Natal com a família que, como era cristã, levava a data muito seriamente.

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                A noite caiu sobre Loitsche. O frio invernoso estava mais cortante do que na noite anterior. O espírito natalício estava bem aceso neste dia. As luzes já iluminavam o país fazia semanas, mas algo fazia prever que esta noite iria ser especial.

                E, casa de Kate, os pais estavam na sala, assistindo a um filme em estreia na televisão alemã. A casa era aquecida pelo calor da lareira. No andar superior, fechada em seu quarto e mundo de sonhos, estava a jovem.

                Sentada de pernas cruzadas sobre a sua cama, como era costume. Olhava para a parede, com o olhar vazio. Estava rodeada por sacos com roupa, suas prendas de Natal. Pensava em Bill. Tinha o rádio ligado, onde tocava a famosa música de Mariah Carey, “All I want for Christmas is You”:

“Eu não quero muito neste Natal. Só há uma coisa que eu quero. Não me importo com os presentes. Que estão de baixo da árvore de Natal. Só te quero para mim. Mais do que podes imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Tudo o que eu quero este natal és tu.”

                Kate sorriu, ironicamente ao ouvir a letra da canção. Lembrou-se de Bill, onde sua mente estava sempre.

“Não quero muito neste Natal. Só há uma coisa que eu preciso. Não me importo com os presentes. Debaixo da árvore de Natal. Não preciso de pendurar a minha meia na lareira. O Pai Natal não me vai fazer feliz. Com um brinquedo no dia do Natal.”

Pegou nos sacos e retirou a roupa que lá estava dentro, olhou-as sem qualquer tipo de interesse. Eram bonitas, eram ao seu gosto. Mas não eram o que desejava pelo Natal.

“Só te quero para mim. Mais do que possas imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Tudo o que eu quero este Natal és tu. Não vou pedir muito neste Natal. Nem vou querer neve. Só vou ficar à espera. Debaixo do visco. ”

Colocou-as novamente nos sacos e arrumou os sacos no armário. Voltando de seguida para cima da cama.

“Não vou fazer uma lista de presentes e mandar. Ao Pólo Norte para o Pai Natal. Nem vou ficar acordada até tarde. Para ouvir os sininhos das renas. Porque só te quero aqui esta noite. Abraçando-me com força. O que mais posso fazer? Oh baby, tudo o que eu quero este Natal és tu!”

                A rapariga riu-se e começou a abanar a cabeça ao ritmo da música. Começou a cantarolar em coro com a cantora:

“Todas as luzes estão a cintilar. Por todos os lugares, tão brilhantes. E o barulho das gargalhadas das crianças. Está pelo ar. E todas as pessoas estão a cantar. Eu ouço aqueles sinos tocarem. Pai Natal, não me vai trazer, a única coisa que eu realmente preciso? Por favor traga-me o meu amado rápido.”

                As mãos de Kate começaram a abanar-se no ar, contagiada pela música, continuando a vocabulizar “lá lá lás” na parte instrumental da música.

“Ohh, eu não quero muito neste Natal. Isto é tudo o que estou a pedir. Só quero ver o meu amado. Parado á minha porta. Oh, eu só te quero para mim. Mais do que possas imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Oh, baby tudo que quero neste Natal és tu…!”

A rapariga riu-se. Não acreditando que tinha acabado de dançar e cantar aquela música. Soltou um longo suspiro, mas suspendeu sua respiração quando ouviu um barulho estranho vindo da janela. Seu corpo congelou e olhou para ela. Ouviu-se o ruído de folhas a serem afastadas e madeira a ser quebrada.

Kate ouviu o ruído da janela a abrir-se. Olhou para ela, com receio. Levantou-se da cama e pegou no taco de basebol que tinha encostado á sua secretária, apontou-o á janela, com receio e uma pontada de coragem. Pensava que se tratava de um assaltante.

- Olá Kate.

                Os olhos de Kate abriram-se em espanto quando ouviu a voz do rapaz, vindo da janela.

- Bill!? – exclamou – O que estás a fazer?!

                O rapaz apareceu na janela, afastando os cortinados. Kate pousou o taco e olhou-o.

- Sabes o quanto custa trepar aquela árvore? – sorriu Bill, após saltar da janela e aterrar com os dois pés no chão.

- Tu trepas-te a árvore que eu tenho em frente á minha janela!?

                Kate olhou-o, com um sorriso surpreso nos lábios.

- Não sou o homem-aranha para trepar paredes nem o super-homem para voar! – sorriu Bill.

- Como abriste a janela? – perguntou Kate.

- Tinhas a janela destrancada, sabias? – respondeu Bill – Devias ter mais cuidado por causa de assaltantes.

- Se a janela estivesse trancada, o que tinhas feito?

- Tinha entrado numa casa como uma pessoa normalmente faz. – respondeu – Pela porta.

                Kate fez uma expressão de compreensão e riu-se em seguida.

- És completamente louco!

                Bill sorriu e aproximou-se dela, tocando a face dela com a sua mão.

- Como já disse, louco por ti…!

                Bill aproximou seu rosto do de Kate. Os olhos da jovem olharam-no, como que hipnotizada. Estavam tão próximos, que a jovem conseguia sentir o hálito quente do rapaz na sua face. Tinha um agradável aroma a mentol, como se tivesse cuidado da higiene oral á pouco tempo. Os lábios dele tocaram os de Kate, fazendo a rapariga abrir os olhos em espanto. As mãos do vocalista agarraram a cintura da rapariga, enquanto as mãos dela subiram até aos ombros do rapaz. Os lábios enlaçaram-se num beijo.

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                Tom respirou fundo e carregou na campainha. Pouco depois, a porta abriu-se. Agnes olhou-o, surpresa.

- Visita de Natal? – perguntou Agnes, com um sorriso.

- Precisamos de falar. – disse Tom num tom sério.

- Está bem. – concordou, com um ar desconfiado – Entra.

                Tom entrou no corredor, mas manteve-se lá. Agnes estranhou ainda mais.

- O que se passou? – perguntou a rapariga – Estás muito estranho!

- Podemos conservar na sala?

                Agnes riu-se.

- Bem, Tom, - começou ela, com um sorriso malicioso – A sala não é um bom sitio para a “conversa”!

- Quando me refiro a conversa. – explicou Tom – Refiro-me a um diálogo em que duas pessoas falam uma com a outra.

- Espera aí! – Agnes riu-se – Tu vieste a minha casa para falar comigo!?   

- Sim. – confirmou o rapaz.

                Agnes olhou-o de cima a baixo e caminhou em direcção á sala. Tom seguiu-a. A rapariga sentou-se no sofá, colocando os braços em volta dele, fintou o rapaz.

- Podes começar, então.

                Tom baixou o olhar e expirou fundo, procurando coragem.

- Temos de terminar.

                O sorriso cínico de Agnes desapareceu e foi substituída por uma expressão de surpresa.

- Acabar!? – repetiu Agnes, incrédula – Como assim “acabar”?!

- O que quer que nós tivemos. – respondeu Tom – Não me posso convencer de algo que …!

                Tom suspirou e não terminou a frase.

- Estás a falar de quê!? – exclamou Agnes, confusa.

- Acerca de nós. – respondeu Tom. – O que quer que nós tivemos, tem de acabar.

- Por causa da banda? – perguntou Agnes.

- Não. – respondeu Tom – Porque… é uma história complicada.

                Tom virou as costas e dirigiu-se para a porta. Agnes chamou-o e correu para ele. Tocou no ombro dele e o rapaz virou-se para olha-la.

- Está tudo terminado, Agnes.

                A rapariga estava com uma expressão incrédula. Tom lançou-lhe um último olhar e abriu a porta, saindo.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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