Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

 

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Bem, este é o último capítulo desta fanfic!

Muito obrigada/o pelos comentários tão agradáveis que recebi, foram eles que me deram vontade de continuar a escrever a história.

Não sei quando irei postar a próxima história, neste momento a minha fonte da imaginação está um pouco escassa porque estou a escrever um romance e estou um pouco concentrada nele.

Espero que gostem deste último capítulo!

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Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XX

 

 

             Os lábios dos jovens separaram-se. Kate olhou Bill, confusa e hipnotizada. Estava como chocada com o que sucedera. Teria mesmo Bill beijado seus lábios? Era como um sonho, demasiado doce para ser real.

- Desculpa… - sussurrou Bill, olhando-a intensamente.

- Não necessitas … de desculpas! – confessou Kate, ofegante.

- Desculpa, desculpa por … tudo! – pediu Bill.

                Kate olhou-o com uma interrogação no olhar.

- Desculpa não te ter confessado mais cedo. – continuou – Mas já não consigo esperar mais, Kate. Eu… eu …

- Tu? – incentivou a jovem.

- E-eu … - gaguejou – Eu amo-te!

                Kate abriu ainda mais seus olhos avelãs esverdeados.

- Tu o quê!? – exclamou, num murmúrio.

- Eu amo-te. – repetiu, com um sorriso, Bill.

- Tu amas-me?

                A boca de Kate abriu-se em surpresa, querendo dizer algo. Mas suas palavras ficaram presas na garganta.

- Não precisas de te sentir sozinha ou com medo. – sorriu Bill, acariciando-lhe a face – Porque agora eu estou no teu mundo. Tu és o meu mundo, Kate!

                Kate continuava incrédula, julgando estar a sonhar.

- Lembraste da nossa canção, dos Tokio Hotel, “Durch den Monsun”?  

                A jovem acenou positivamente.

- Eu escrevia-a para ti!

- O quê!?

                A mão de Bill tocou a face dela, descendo até ao pescoço. Sentiu a face dele afundar-se nos seus cabelos soltos pretos, absorvendo seu perfume, começou a cantar:

- “Devo ir através da monção. Atrás do mundo. Até ao fim do tempo. Até que a chuva já não caia. Contra a tempestade. Ao lado do abismo. E quando eu não conseguir mais, eu penso; Que algum dia vamos correr juntos. Através da monção. E então vai estar tudo bem.”

                Uma pequena lágrima escapou dos olhos de Kate. Mas, ao contrário de todas as outras suas lágrimas, esta era uma lágrima de felicidade. Fechou os olhos e escutou o canto de Bill:

- “E quando eu não conseguir mais, eu penso. Que algum dia vamos correr juntos. Porque simplesmente nada mais pode nos segurar. Através da monção.”

                As mãos de Bill, viram, lentamente, o rosto de Kate de encontro ao seu e seus lábios juntaram-se novamente. As mãos do vocalista percorreram as curvas do corpo da jovem, enlaçando-lhe a cintura num caloroso abraço. Seus lábios desenlaçaram-se e o casal olhou-se.

- Qual é a tua resposta? – perguntou Bill.

- Tu és cego!? – exclamou Kate – Ainda não percebeste o quanto eu te amo.

                Bill sorriu e Kate retribuiu-lhe o sorriso. Os lábios fundiram-se, novamente, num novo beijo. Os jovens recuaram e caíram em cima da cama da jovem e riram-se, beijando-se novamente.

- A porta está trancada? – perguntou Bill, olhando de relance para o objecto mencionado.

                Kate riu-se e empurrou Bill, o rapaz caiu de costas na cama. A jovem levantou-se.

- Vieste aqui para isso? – perguntou, num tom sério.

- Não, não são essas as minhas intenções! – garantiu Bill – Vim aqui apenas para confessar meu amor por ti!

- Que cavalheiro. – sorriu Kate, dirigindo-se á porta e rodou a chave na fechadura, trancando a porta.  – Não vieste com outras intenções?

- Não. – jurou Bill, com um sincero sorriso.

- Que pena! – riu-se Kate correndo para a cama e saltado para cima do rapaz, que se riu e a beijou, novamente.

- Talvez tenha vindo! – sorriu Bill, beijando-a novamente.

                Bill desceu seus beijos para o pescoço da rapariga e afastou o roupão de noite dela, exibindo parte superior do peito, beijou a linha da clavícula e subiu, novamente até aos lábios dela. As mãos de Kate arrancaram o casaco de cabedal de Bill e lançaram-no para a cadeira. Puxou a camisola preta do rapaz, beijando-lhe o peito magro e de pouca musculatura.

Suas roupas tomaram destino incerto no chão, enquanto os dois corpos se amavam na cama da jovem, longos beijos intermináveis e cheios de promessas.  

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                Sophia estava no seu portátil, no seu quarto. Estava a fazer download de músicas de indie rock. Escrevia ainda no seu blog, que era uma espécie de diário. Foi quando ouviu a campainha soar. Não tomou atenção, alguém lá em baixo iria atender. Mas quem quer que fosse, continuou a tocar á campainha.

- Vai abrir, Sophia! – pediu a voz de sua mãe – Estou ocupada na cozinha!

                Sophia suspirou, aborrecida.

- Está bem!

                Sophia levantou-se da cadeira e saiu do seu quarto, desceu as escadas a correr e dirigiu-se para a porta. Estava vestida com roupa causal mas calçava pantufas. Abriu a porta e foi seu espanto quando viu quem era.

- Tom? – perguntou, baixinho.

                Tom trazia um volume de cartazes debaixo do braço e um rádio na mão, Sophia olhou-o em surpresa.

- Quem é, querida? – ouviu a voz da sua mãe vinda de dentro.

                Tom fez sinal de silêncio e exibiu um cartaz branco com letras maiúsculas pretas que diziam:

“DIZ QUE SÃO OS COROS DE NATAL”

- São os coros de Natal! – gritou Sophia, para dentro da casa e voltou a olhar para o guitarrista, com uma questão nos olhos.

- Dás-lhes dinheiro que eles vão-se embora! – informou a voz da mãe.

                Sophia olhou-o, sem compreender. Tom colocou o rádio no degrau das escadas da casa e clicou no “Play”, começando a tocar uma canção de Natal:

Noite feliz. Noite feliz. Oh, Senhor. Deus de amor. Pobrezinho, nasceu em Belém.

Tom tirou o cartaz, colocando-o no chão, encostado á sua perna e exibiu outro:

“COM ALGUMA SORTE, NO PRÓXIMO ANO”

“Eis na lapa Jesus, nosso bem. Dorme em paz. Oh, Jesus. Dorme em paz. Oh, Jesus”

                Tom retirou o novo cartaz e exibiu novamente outro:

“IREI SAIR COM ALGUMA DESTAS RAPARIGAS…”

                Tom retirou o cartaz, e exibiu um com fotos de modelos famosas em biquíni. Sophia riu-se e acenou positivamente com a cabeça, em gozo.

“Noite feliz. Noite feliz. Oh, Jesus. Deus da luz. Quão afável é teu coração”

“MAS POR AGORA, DEIXA-ME DIZER,”

                Tom retirou novamente o cartaz.

“SEM ESPERANÇA OU COMPROMISSO,”

                Sophia olhou-o. Tom mudou o cartaz, novamente.

“APENAS PORQUE É NATAL –“

“Que quiseste nascer. Nosso irmão. E a nós todos salvar. E a nós todos salvar.”

“ (E NO NATAL DIZEM-SE AS VERDADES) ”

                Sophia leu o cartaz e Tom mudou, novamente:

“PARA MIM, TU ÉS PERFEITA”

                Tom olhou o cartaz e depois olhou a rapariga que tinha diante si, que lia o cartaz. Sophia fintou Tom, corando ligeiramente.

“Noite Feliz. Noite Feliz. Eis que no ar vem cantar. Aos pastores.”

“E O MEU CORAÇÃO DESTROÇADO IRÁ AMAR-TE”

                Sophia olhou Tom, ainda com um ar de mais surpresa.

“ATÉ FICARES ASSIM…”

Tirou o cartaz e exibiu o último, que tinha a imagem de uma múmia. Sophia riu-se e depois olhou-o, com um sorriso.

“FELIZ NATAL”

- Feliz Natal… – desejou Sophia num murmúrio, olhando-o.

“Seus anjos no céu. Anunciando a chegada de Deus. De Jesus Salvador.”

Tom colocou o último cartaz junto aos outros e fez sinal de “fixe” com as mãos, levantando os polegares. Enquanto Sophia o olhava, pegou nos cartazes, colocando-os, novamente, debaixo do ombro e pegou no rádio. Olhou-a uma última vez. Baixou a cabeça e caminhou de regresso a sua casa.

Sophia desceu os degraus da entrada e ficou a vê-lo afastar-se.

 “Seus anjos no céu. Anunciando a chegada de Deus. De Jesus Salvador.”

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- Estou a sonhar? – perguntou Kate.

- Um sonho em conjunto. – respondeu Bill, cofiando-lhe os cabelos negros.

                Bill estava de olhos pregados no tecto, enquanto a cabeça de Kate estava sobre o seu peito nu, que normalizava a respiração.

- Como nunca me apercebi mais cedo que tu correspondias aos meus sentimentos? – perguntou Kate - Eu pensava que tu me achas horrível!

- O quê!? – exclamou Bill, olhando-a sério – Tu és linda, és a rapariga mais linda que eu alguma vez tive o privilégio de ver!

- Viste muitas? – perguntou Kate.

- As suficientes para perceber que és a mais bonita. – sorriu Bill – Podia ver todas as raparigas do mundo, que a beleza de nenhuma se compara á tua.

                Kate riu-se silenciosamente e abanou a cabeça.

- Estás cego.

- Dizem que o amor é cego. – observou – Mas nunca ouvi dizer, que cega as pessoas.

- Mas cega! – confirmou Kate.

                Bill beijou os lábios de Kate.

- É melhor eu ir para casa. – começou Bill – Já é meia noite.

                O vocalista preparava-se para levantar o tronco quando as mãos da jovem o impediram, e empurraram de novo para o leito.

- Fica comigo o resto desta noite! – pediu Kate, com um sorriso.

                Bill olhou-a e beijou seus lábios.

- Esta noite e o resto da minha vida!

                Kate sorriu e pousou sua cabeça sobre o peito dele, novamente. Bill sorriu. Ambos fecharam os olhos e adormeceram. No sono mais tranquilo que Kate alguma vez dormira.

 

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Os Tokio Hotel conseguiram alcançar o sucesso em Janeiro de 2009! O CD de estreia foi um autêntico e bombástico sucesso em toda a Europa e em apenas quatro meses espalhou-se á América e Austrália.

Quando Kate e Bill completaram 25 anos, casaram-se. Bill era o vocalista mais conhecido do Mundo e Kate tornou-se uma prestigiada estilista. Dois anos depois, Kate teve gémeos, duas raparigas, às quais colocou o nome de Simone e Helena, em honra á mãe de Bill e á sua avó.

Tom teve vários casos de uma noite com algumas groupies, namorou com algumas modelos suecas e espanholas, mas nunca esqueceu Sophia. Finalmente, apaixonou-se novamente, depois de um concerto em Portugal.

Georg propôs casamento a Natalie, mas ela recusou porque é contra o matrimónio. Em resumo, ficaram apenas a viver juntos. Georg queria um filho, mas Natalie não. Mas, mesmo não querendo, Natalie engravidou.

Gustav separou-se de Gaby devido á fama. Nos primeiros meses ainda se continuaram a encontrar, mas descobriram que uma relação á distancia não resultava com eles! Gustav continua á procura de uma nova relação, mas está difícil.

Marilyn continuou convencida e arrogante. Acabou por se tornar numa comentadora em tertúlias cor-de-rosa na televisão alemã, onde passou a ser grande criticadora de Bill Kaulitz (isto por ele nunca lhe ter dado importância)

Sophia tornou-se fotógrafa profissional, mas o negócio não correu da melhor maneira. Agora tem uma pequena loja de fotografia em Loitsche, onde tira foto tipo passe.

Agnes, Jackie, Julia e as restantes formaram o clube de fãs oficial dos Tokio Hotel na Alemanha com a ajuda de Andreas. Agnes acabou por esquecer Tom e apaixonou-se pelo melhor amigo dele. Andreas e Agnes estão bastante felizes juntos.

 

THE END!

 

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Notas: A cena de Sophia e Tom é tirada do filme “O Amor Acontece”. Gosto tanto dessa cena, quis inclui-la nesta fanfic!

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XIX

 

 

                25 De Dezembro de 2008. Dia de Natal. De manhã, os presentes estavam debaixo das árvores de Natal, mesmo dos mais adultos. Sr. Simone tinha pedido a Gordon, seu marido, para comprar uma prenda de última hora para Andreas, que tinha ficado hospedado na casa naquela noite. A prenda de Bill foi um novo portátil, enquanto Tom ganhou um novo mp4. Andreas recebeu um livro de aventuras, apenas uma pequena lembrança.

                Georg ofereceu um colar de ouro branco e diamantes a Natalie. A rapariga ofereceu-lhe um perfume, passando o dia juntos.

                Gaby passou o dia em casa, contudo seus pais não festejam o Natal porque são budistas. Não via o namorado, Gustav, á dois dias. Ele estava em casa, celebrando o Natal com a família que, como era cristã, levava a data muito seriamente.

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                A noite caiu sobre Loitsche. O frio invernoso estava mais cortante do que na noite anterior. O espírito natalício estava bem aceso neste dia. As luzes já iluminavam o país fazia semanas, mas algo fazia prever que esta noite iria ser especial.

                E, casa de Kate, os pais estavam na sala, assistindo a um filme em estreia na televisão alemã. A casa era aquecida pelo calor da lareira. No andar superior, fechada em seu quarto e mundo de sonhos, estava a jovem.

                Sentada de pernas cruzadas sobre a sua cama, como era costume. Olhava para a parede, com o olhar vazio. Estava rodeada por sacos com roupa, suas prendas de Natal. Pensava em Bill. Tinha o rádio ligado, onde tocava a famosa música de Mariah Carey, “All I want for Christmas is You”:

“Eu não quero muito neste Natal. Só há uma coisa que eu quero. Não me importo com os presentes. Que estão de baixo da árvore de Natal. Só te quero para mim. Mais do que podes imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Tudo o que eu quero este natal és tu.”

                Kate sorriu, ironicamente ao ouvir a letra da canção. Lembrou-se de Bill, onde sua mente estava sempre.

“Não quero muito neste Natal. Só há uma coisa que eu preciso. Não me importo com os presentes. Debaixo da árvore de Natal. Não preciso de pendurar a minha meia na lareira. O Pai Natal não me vai fazer feliz. Com um brinquedo no dia do Natal.”

Pegou nos sacos e retirou a roupa que lá estava dentro, olhou-as sem qualquer tipo de interesse. Eram bonitas, eram ao seu gosto. Mas não eram o que desejava pelo Natal.

“Só te quero para mim. Mais do que possas imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Tudo o que eu quero este Natal és tu. Não vou pedir muito neste Natal. Nem vou querer neve. Só vou ficar à espera. Debaixo do visco. ”

Colocou-as novamente nos sacos e arrumou os sacos no armário. Voltando de seguida para cima da cama.

“Não vou fazer uma lista de presentes e mandar. Ao Pólo Norte para o Pai Natal. Nem vou ficar acordada até tarde. Para ouvir os sininhos das renas. Porque só te quero aqui esta noite. Abraçando-me com força. O que mais posso fazer? Oh baby, tudo o que eu quero este Natal és tu!”

                A rapariga riu-se e começou a abanar a cabeça ao ritmo da música. Começou a cantarolar em coro com a cantora:

“Todas as luzes estão a cintilar. Por todos os lugares, tão brilhantes. E o barulho das gargalhadas das crianças. Está pelo ar. E todas as pessoas estão a cantar. Eu ouço aqueles sinos tocarem. Pai Natal, não me vai trazer, a única coisa que eu realmente preciso? Por favor traga-me o meu amado rápido.”

                As mãos de Kate começaram a abanar-se no ar, contagiada pela música, continuando a vocabulizar “lá lá lás” na parte instrumental da música.

“Ohh, eu não quero muito neste Natal. Isto é tudo o que estou a pedir. Só quero ver o meu amado. Parado á minha porta. Oh, eu só te quero para mim. Mais do que possas imaginar. Faz com que o meu desejo se realize. Oh, baby tudo que quero neste Natal és tu…!”

A rapariga riu-se. Não acreditando que tinha acabado de dançar e cantar aquela música. Soltou um longo suspiro, mas suspendeu sua respiração quando ouviu um barulho estranho vindo da janela. Seu corpo congelou e olhou para ela. Ouviu-se o ruído de folhas a serem afastadas e madeira a ser quebrada.

Kate ouviu o ruído da janela a abrir-se. Olhou para ela, com receio. Levantou-se da cama e pegou no taco de basebol que tinha encostado á sua secretária, apontou-o á janela, com receio e uma pontada de coragem. Pensava que se tratava de um assaltante.

- Olá Kate.

                Os olhos de Kate abriram-se em espanto quando ouviu a voz do rapaz, vindo da janela.

- Bill!? – exclamou – O que estás a fazer?!

                O rapaz apareceu na janela, afastando os cortinados. Kate pousou o taco e olhou-o.

- Sabes o quanto custa trepar aquela árvore? – sorriu Bill, após saltar da janela e aterrar com os dois pés no chão.

- Tu trepas-te a árvore que eu tenho em frente á minha janela!?

                Kate olhou-o, com um sorriso surpreso nos lábios.

- Não sou o homem-aranha para trepar paredes nem o super-homem para voar! – sorriu Bill.

- Como abriste a janela? – perguntou Kate.

- Tinhas a janela destrancada, sabias? – respondeu Bill – Devias ter mais cuidado por causa de assaltantes.

- Se a janela estivesse trancada, o que tinhas feito?

- Tinha entrado numa casa como uma pessoa normalmente faz. – respondeu – Pela porta.

                Kate fez uma expressão de compreensão e riu-se em seguida.

- És completamente louco!

                Bill sorriu e aproximou-se dela, tocando a face dela com a sua mão.

- Como já disse, louco por ti…!

                Bill aproximou seu rosto do de Kate. Os olhos da jovem olharam-no, como que hipnotizada. Estavam tão próximos, que a jovem conseguia sentir o hálito quente do rapaz na sua face. Tinha um agradável aroma a mentol, como se tivesse cuidado da higiene oral á pouco tempo. Os lábios dele tocaram os de Kate, fazendo a rapariga abrir os olhos em espanto. As mãos do vocalista agarraram a cintura da rapariga, enquanto as mãos dela subiram até aos ombros do rapaz. Os lábios enlaçaram-se num beijo.

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                Tom respirou fundo e carregou na campainha. Pouco depois, a porta abriu-se. Agnes olhou-o, surpresa.

- Visita de Natal? – perguntou Agnes, com um sorriso.

- Precisamos de falar. – disse Tom num tom sério.

- Está bem. – concordou, com um ar desconfiado – Entra.

                Tom entrou no corredor, mas manteve-se lá. Agnes estranhou ainda mais.

- O que se passou? – perguntou a rapariga – Estás muito estranho!

- Podemos conservar na sala?

                Agnes riu-se.

- Bem, Tom, - começou ela, com um sorriso malicioso – A sala não é um bom sitio para a “conversa”!

- Quando me refiro a conversa. – explicou Tom – Refiro-me a um diálogo em que duas pessoas falam uma com a outra.

- Espera aí! – Agnes riu-se – Tu vieste a minha casa para falar comigo!?   

- Sim. – confirmou o rapaz.

                Agnes olhou-o de cima a baixo e caminhou em direcção á sala. Tom seguiu-a. A rapariga sentou-se no sofá, colocando os braços em volta dele, fintou o rapaz.

- Podes começar, então.

                Tom baixou o olhar e expirou fundo, procurando coragem.

- Temos de terminar.

                O sorriso cínico de Agnes desapareceu e foi substituída por uma expressão de surpresa.

- Acabar!? – repetiu Agnes, incrédula – Como assim “acabar”?!

- O que quer que nós tivemos. – respondeu Tom – Não me posso convencer de algo que …!

                Tom suspirou e não terminou a frase.

- Estás a falar de quê!? – exclamou Agnes, confusa.

- Acerca de nós. – respondeu Tom. – O que quer que nós tivemos, tem de acabar.

- Por causa da banda? – perguntou Agnes.

- Não. – respondeu Tom – Porque… é uma história complicada.

                Tom virou as costas e dirigiu-se para a porta. Agnes chamou-o e correu para ele. Tocou no ombro dele e o rapaz virou-se para olha-la.

- Está tudo terminado, Agnes.

                A rapariga estava com uma expressão incrédula. Tom lançou-lhe um último olhar e abriu a porta, saindo.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

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