Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

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Peço imensa desculpa pela demora a postar mas ocorreu um problema no meu pc! Estive sem internet e sem acesso a ele durante este tempo todo por causa de um vírus informatico. Peço desculpa e obrigada por seguirem esta fanfic, simboliza imenso para mim! Beijinhos.

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Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XI

 

 

                Finalmente o trio feminino estava pronto para o Baile de Halloween!

Natalie tinha escolhido um fato de Rainha de Copas; preto, vermelho e branco. Com uma enorme saia balão vermelha, com naipes desenhados a branco e preto. O corpete era vermelho com uma enorme gola branca com uma risca preta e um naipe de espadas. Colocou uma peruca preta com uma coroa dourada que continha os 4 naipes. Estava a espalhar pó-de-arroz pelo rosto, para ficar mais pálida.

- O baile de Halloween vai ser brutal! – sorriu Gaby – Mas porque estás vestida de Rainha de Copas, Natalie? É Halloween!

- Eu mantenho-me fiel ao país de origem do meu pai! – informou Natalie – Na América do Norte, no Halloween, as pessoas mascaram-se de tudo! Não é obrigatório vestir algo de terror!

- Como queiras! – sorriu Gaby, ajeitando a longa peruca lisa de cor preta – Eu sempre adorei a série “The Adams Family”!

                Gaby estava mascarada de Mortícia Adams. Com uma peruca preta, com duas madeixas brancas na frente, que lhe tocava na cintura. Usava um vestido de seda preto, que era justo e apenas abria junto aos pés, criando a ilusão de tentáculos de polvo. Tal como Natalie, tinha colocado pó-de-arroz no rosto e carregado os olhos com preto, para dar um ar encovado.

- A Kate? – perguntou Natalie, pousado a embalagem de pó-de-arroz.

- Está na casa de banho a arrangar-se. – respondeu Gaby.

- Ainda?! – exclamou Natalie – Vamos chegar atrasadas!

- Não vamos nada! – assegurou Gaby – E, por favor, não a pressiones! Ela já está suficientemente nervosa!

- Okay, okay! – concordou Natalie – Mas não é preciso tanto tempo para se disfarçar de vampiro!

- Deixa-a estar! – vincou Gaby.

- Estou pronta! – anunciou Kate, saindo da casa de banho.

                As outras duas ficaram maravilhadas, olhando para ela.

- Kate …! – exclamou, com os olhos a brilhar, Gaby. – Estás … estás … linda!

- Sua cabra! – exclamou Natalie – Porque é que ficas perfeita com tudo o que vestes e eu não!?

                Kate riu-se, nervosamente.

- Não estou nada de especial!

- Não estás o quê!? – repetiu, chocada, Natalie – Tu não noção do quanto bonita és, pois não?

- Estás perfeita, Kate! – sorriu Gaby.

                Kate sorriu. Estava muito bonita, aquele vestido de veludo preto tinha-lhe ficado muito bem. Estava justo na parte superior e um pouco mais solto na saia. Tinha colocado pó-de-arroz e pintado duas marcas no pescoço. Os lábios estavam carregados com vermelho e colocou uma placa com dentes de vampiro. Tinha encaracolado o cabelo e feito um apanhado á moda vitoriana. Usava também uma longa capa de cetim preto.

- Bem, visto que estamos todas prontas, - começou Natalie – Vou telefonar a um táxi para nos vir buscar.

                Natalie telefonou e Gaby aproximou-se de Kate.

- Estás mesmo muito bonita! – informou, honestamente, Gaby. – Se o Bill não reparar em ti é porque é um parvo!

- Obrigada, Gaby. – sorriu Kate – Obrigada por seres uma amiga verdadeira.

- Nunca duvides! – Gaby retribuiu o sorriso e deu-lhe um abraço.

- Ohhh, que momento tão romântico! – ironizou Natalie quando terminou a chamada – Desculpem lá estar a quebrar o clima, mas o táxi já está a chegar!

- Okay!

                As raparigas dirigiram-se para a rua e quando o táxi chegou, entraram e foram em direcção a Magdeburg.

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                O grupo chegou ao salão onde a festa iria decorrer passado 20 minutos. A entrada estava decorada com caixões, esqueletos, balões pretos, teias de aranhas. Do interior ouvia-se uma música de órgão fantasmagórica. Estava tudo fantástico para uma noite perfeita. Um amontoado de pessoas disfarçadas de todo o tipo de monstros, demónios, estava na bilheteira. A entrada eram 5 euros. Como em qualquer fila, demoraram meia hora para entrarem.

                O interior tinha a mesma decoração aterrorizante mas com muito bom gosto. Um enorme órgão, de onde saía a fantasmagórica melodia, onde estava sentado um homem mascarado de vampiro a tocar. Tocava “Toccata and Fugue in D minor” de Bach, o tema de Dracula.

- A que horas começa o concerto deles? – perguntou Gaby.

- O Georg disse-me que devia ser por volta das 22 horas! – respondeu Natalie e depois olhou para  o relógio de pulso, escondido pelas mangas do disfarce – São 21 e 55, deve estar a começar.

 - Natalie, as tuas amigas estão ali. – informou Gaby, vendo Marilyn e Sophia.

- Não falem assim. – pediu Natalie – Este problema todo vai-se resolver.

- Claro, claro! – ironizou Gaby – Olha, estão a vir para aqui!

                Kate virou as costas, quando elas se aproximaram. Não tinha coragem de olhar para a cara de Sophia depois do que ela lhe tinha feito.

- Olá! – sorriu Marilyn, mas apenas Natalie sorriu para ela.

- Hey! – cumprimentou Sophia.

                Sophia vinha mascarada de Maria Antonieta. Com uma peruca encaracolada branca, um enorme vestido barroco com rendas brancas no peito, mas mangas e na saia. O tecido azul era trabalhado com bordados dourados, dando um ar imperial.

- Estás tão gira Natalie! – elogiou Marilyn – Gosto mesmo do teu disfarce!

- Tu também, mas estou a reconhecer esse disfarce…! – observou Natalie. – É igual ao da Kate!

                Marilyn ficou atónica e Kate virou-se, não acreditando. Olharam-se de cima a baixo. Estavam iguais! Desde o vestido, a maquilhagem, o penteado, Marilyn tinha colocado uma peruca preta encaracolada…!

- Vocês estão iguais! – exclamou Natalie.

- Oh Deus! - murmurou Sophia.

- Olá, meninas! – cumprimentou Georg.

- Georg! – exclamou Sophia – Não devias estar no backstage? Afinal o concerto começa agora!

- Sim, só que ainda temos 10 minutos, viemos ver se já tinham chegado.

- Vieram!? – repetiu Gaby.

- Olá, olá! – sorriu Tom.

- Olá! – cumprimentou Bill – Marilyn, Kate! Vejo que já estão bem, até vieram vestidas de igual!

- Nós não viemos vestidas de igual! – exclamou Marilyn, chocada – Foi coincidência!

- Olá a todos! – cumprimentou Gustav, um pouco cansado – Pessoal, temos de ir! O organizador disse-me que nos quer no palco agora!

- Okay, okay. – concordou Bill – Bem, temos de ir! Depois do espectáculo vimos ter convosco! Adeus!

                Despediram-se e foram para o backstage. Marilyn olhava Kate de cima a baixo, de 3 em 3 minutos. Quando o espectáculo começou, contudo, virou sua atenção para o palco onde surgiram seus quatro amigos.

- Boa noite, somos os Tokio Hotel! – anunciou Bill.

                As fãs do concerto passado, o clube de fãs, estavam novamente á frente das raparigas e gritavam, freneticamente. Estavam mascaradas de diferentes coisas. Onde se destacava Jackie, que estava mascarada de Barbie Havaiana. As outras estavam vestidas de demónios e monstros de histórias de terror.

- Eu não acredito que a Marilyn está vestida igual a mim! – exclamou, furiosa, Kate.

- Foi muita coincidência! – observou Gaby.

Pela primeira vez, sozinhos
No nosso esconderijo
Eu ainda vejo os nossos nomes na parede
E apago-os de novo
Queria contar-te tudo
Por que fostes embora?
Volta, leva-me contigo”

                Kate olhou para o palco, tentando esquecer-se do facto de Marilyn ter o mesmo disfarce que o seu. Achava que Bill continuava irresistível em cima do palco. Aqueles casacos de cabedal ficavam-lhe mesmo bem. Suspirou e Gaby abraçou-a com um sorriso.

- Gostas mesmo dele, não gostas? – perguntou Gaby, num murmúrio.

- Nem imaginas quanto! – respondeu Kate.

“Os nossos sonhos foram mentiras
E nenhuma lágrima real
Diz que isso não é verdade, diz agora
Talvez ouças em algum lugar
O meu S.O.S. no rádio
Ouves-me? Não me ouves?”

                O concerto terminou passado meia hora. A multidão disfarçada aplaudiu á jovem banda. Mais uma vez, os gritos histéricos e animados do clube de fãs ecoou pelo salão. A banda juntou-se e fez uma vénia á plateia, que continuava a aplaudir. Jackie olhou para trás e acenou a Gaby e Kate, que retribuíram. A barbie deu uma cotovelada a Agnes e apontou para elas, e ambas as raparigas vieram ao encontro da dupla.

- Olá! – cumprimentou Agnes, com um simpático sorriso.

                Agnes estava mascarada de noiva cadáver. Colocara uma farta peruca de cabelo preto e um véu branco. Tinha colocado pó-de-arroz em todo o corpo e desenhara ossos visíveis. Usava um vestido branco, comprido.

- Hey sexys! – acenou, com o seu característico sorriso plástico, Jackie.

- Olá, Jackie! – sorriu Gaby – Estás … colorida!

- Obrigada! – exclamou, animada, Jackie – Gostas?

                A rapariga deu uma volta, exibindo seu traje. O seu tom de pele cor-de-laranja sobressaia no cabelo louro, quase branco. Usava um vestido curtíssimo cor de laranja, plastificado. Ao pescoço tinha colocado um colar havaiano com hibiscos coloridos, de diferentes cores.  Calçava umas sandálias rosas-choque com um salto de agulha de dez centímetros.

- Sim. – acenou Gaby, um pouco nervosa.

- Eles estão fantásticos hoje! – sorriu Agnes.

- É verdade, estão mesmo. – concordou Gaby.

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                Quando o concerto terminou, a banda fez uma vénia e sorriu aos aplausos da multidão. Tom e Georg arrumaram seus instrumentos musicais nas respectivas caixas e desceram as escadas para o backstage, onde já estava Gustav. Bill foi o último a sair do palco e desceu as escadas, com um enorme sorriso estampado no rosto.

- Que concerto fantástico! – exclamou.

- Eu disse que esta noite ia correr bem! – sorriu, triunfante, Tom.

- A noite ainda não acabou. – disse Georg.

- Só se for para ti! – gozou Tom – Que agora vais para casa mais a Natalie …

- Fecha a boca, cabelo de palha-de-aço! – resmungou Georg – A minha vida íntima não é para aqui chamada.

- Claro, tu e a Natalie não têm uma vida sexual activa. – ironizou Tom.

- Se temos ou não, isso é connosco. – vincou Georg – Não tens nada a ver com isso!

- Importam-se de parar com essa discussão ridícula? – pediu Gustav – Parecem duas crianças.

- Crianças não sabem o que é sexo! – riu-se Tom.

- Provavelmente muitas saberão mais que tu! – Georg olhou Tom de cima a baixo, com um sorriso gozante.

- Ahaha! – riu-se ironicamente Tom – Ninguém sabe mais de sexo do que eu! Eu! Eu sou um “Sex Gott”!

- És mas é deprimente! – riu-se Georg – Isso sim!

- Vocês são mas é idiotas! – corrigiu Gustav.

- Não partilhas opinião, maninho? – perguntou Tom a Bill, que estava com os olhos perdidos em pensamento – Não tens voto na matéria, não é?

- Ah? Hum? – Bill “acordou” do transe – Voto em que matéria? Estão a falar de quê?

- Adivinha! – exclamou Gustav, revirando os olhos.

- Da melhor coisa, actividade do mundo! – sorriu maliciosamente, Tom.

- Música? – tentou adivinhar.

- “Resposta errada!” – Tom imitou a voz computorizada de concursos televisivos para ganhar dinheiro.

- Deixa de ser otário! – exclamou Bill – Estavam a falar de quê?

- Oh, Bill! Tu achas que estávamos a falar de quê!? – exclamou Tom – Que amanhã vai chover!? Estávamos a falar de sexo! S-E-X-O! Sexo!

- Ah! – Bill exclamou com pouco interesse – Que fixe!

- Temos de te dar um desconto, não é? – riu-se Tom – Não sabes o que é bom…!

- E tu sabes de mais, não é? – gozou Bill.

- Óbvio. – sorriu Tom – Muita experiência.

- Rapazes! Rapazes!

                A voz do organizador chamou-os. Tinha acabado de entrar no backstage e dirigiu-se a eles. Contudo, não vinha sozinha. A seu lado estava um segundo homem, alto e de cabelo curto, castanho.

- Boa noite a todos, novamente! – continuou o homem – Foi um óptimo espectáculo! Estão de parabéns.

- Obrigado. – agradeceu Bill.

- E tenho aqui uma pessoa interessada em vos conhecer. – sorriu o organizador. – Tem conhecimentos na industria musical e em muitas gravadoras. Apresento-vos David Jost.

- Olá a todos. – acenou David Jost.

- Olá, eu sou o Bill. – apresentou-se Bill, apertando a mão ao segundo homem – O vocalista da banda.

- Eu sou o Tom, o guitarrista. – apertou a mão de David Jost.

- Sou o Georg, o baixista. – apertou a mão a David Jost.

- Gustav, o baterista. – sorriu e apertou a mão de David Jost.

- Agora que já estão todos apresentados, - começou o organizador – Vou deixar-vos a sós com o David, que vai falar com vocês acerca dos seus planos futuros. Até já, então.

                O organizador deu meia volta e virou-lhes as costas, começando a caminhar para longe. David Jost olhou para todos os membros da banda, avaliando-os. Quando o homem começou a falar, explicou-lhes que pretendia fazer deles estrelas da música, que a sua opinião acerca deles era que tinha hipóteses de se tornarem bastante conhecidos e que achou a música deles interessante. No final, todos concordaram e o homem esboçou um largo sorriso. David Jost tornou-se manager dos Tokio Hotel e estava decidido a levá-los ao topo da escala musical.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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publicado por Molly's FanFictions às 23:14 | link do post | comentar

2 comentários:
De bones a 20 de Dezembro de 2008 às 11:43
Finalmente o tão esperado capítulo! : D
Man, que azar! Estiveste bué tempo sem o computador, também já me aconteceu :S

"- Ahaha! – riu-se ironicamente Tom – Ninguém sabe mais de sexo do que eu! Eu! Eu sou um “Sex Gott”!
- És mas é deprimente! – riu-se Georg – Isso sim!
- Vocês são mas é idiotas! – corrigiu Gustav."

brutalíssimo, é o que tenho a dizer! ahaha! esta parte está genial!
man, agora que já tens o computador novamente posta rápido, ya? é que estou viciada nisto!

hasta!


De Diiana Uriie * a 20 de Dezembro de 2008 às 13:30
P-E-R-F-E-I-T-O! Senti saudades da tua fic :'$

O Tom é tão nabo, parto-me a rir com ele ^^

Posta mais, hoje :D

Beijinho @


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