Sábado, 20 de Dezembro de 2008

 

Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XII

 

 

- Já temos manager!

                A voz extremamente feliz de Bill fez as raparigas do clube de fãs gritarem histéricas e abraçarem os membros dos Tokio Hotel. Gaby e Kate sorriam e aplaudiam a vitória da jovem banda.

- Isso é fantástico! -  exclamou Agnes – Significa que vão lançar um CD em breve? O vosso segundo CD!

- Exacto! – sorriu Tom – Mas este vai ter sucesso!

- Claro que vai, Tom! – acenou positivamente Agnes.

- Hey, nunca tinha reparado em ti. – confessou Tom, aproximando-se da rapariga.

- Sou a Agnes, a presidente do clube de fãs. – apresentou-se.

- Queres ir dar um passeio comigo? – sugeriu.

- Um passeio? – repetiu, desconfiada – Um passeio contigo soa-me a algo perverso!

- O quê!? Perverso? Eu? – a voz de Tom soava a gozo.

- Que ideia! – ironizou Gustav.

- Claro que vou dar um passeio contigo, Sex Gott! – riu-se Agnes, puxando a mão de Tom e dirigiram-se para fora do recinto da festa de Halloween.

- Ele bem disse que a noite iria correr bem! – riu-se Georg.

- E a nossa? – perguntou a voz de Natalie, que se tinha aproximado.

- Esquece cabeluda! – disse a voz estridente de Jackie, abraçando o baixista – O Georg hoje é meu!

- Desculpa!?  - Natalie empurrou a loura para o lado esquerdo com brusquidão e beijou os lábios do namorado com fervor. – O Georg há-de ser sempre meu, ya?

- Mas Georg…! – Jackie fez beicinho, chateada.

- Jackie, esquece! – vincou o baixista, abraçando Natalie pela cintura – Tu foste apenas uma curte de á não sei quantos meses atrás! Deixa-me em paz!

                Georg e Natalie dirigiram-se á porta, para saírem, e Jackie estava furiosa, gritou:

- Tu prometeste que me dedicavas um solo de baixo!

- Cala-te, miúda! – pediu uma rapariga qualquer vestida de monstro do lago – Metes nojo!

                Jackie ficou escandalizada a olhar para ela, enquanto se afastava. Lançou um grito histérico e foi preciso uma estalada de Gaby para ela se calar.

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- Então… Agnes. – começou Tom, enquanto entravam numa casa abandonada do século XIX – Tens algum problema com casas abandonadas ou prédios em construção?

- Não. – riu-se a rapariga.

- Como nunca reparei em ti? – perguntou Tom – És uma rapariga tão interessante.

- A franja tapa-me a cara…? – propôs Agnes, com um sorriso irónico.

- Não devia. – disse Tom, parando na sala da casa abandonada. – Uma cara tão bonita não devia ser escondida.

- És demasiado querido. – corou Agnes, por debaixo do pó de arroz.

- Sou apenas realista. – sorriu Tom.

                O guitarrista lambeu o lábio inferior e aproximou-se da rapariga, mascarada de Noiva Cadáver. Colocou a sua mão no rosto dela, deslizando suavemente e retirando o pó-de-arroz da cara dela. Olhou os lábios dela, revestido a batom vermelho. Aproximou-se, lentamente, do rosto. Cerrando os olhos. Agnes olhou-o, de pálpebras semicerradas. Quando os lábios do guitarrista tocaram os seus, a jovem estremeceu.

- Uau! – exclamou Agnes, quando Tom separou os seus lábios dos dela.

                Tom sorriu triunfante e convencido.

- Isso significa que eu estou aprovado?

- Mais que aprovado, Tom Kaulitz! – sorriu, provocadora, Agnes. – Vamos para outro lado!

- Pensava que não tinhas qualquer tipo de problemas como casas abandonadas!

- E não tenho, mas não é um local confortável. – observou Agnes, olhando em redor. – Está tudo coberto de pó e teias de aranha! Já para não mencionar que nos pode cair uma tábua em cima e ficamos com a noite estragada!  

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                A festa estava quase no fim. Casais já se agrupavam e levados pelo excesso de álcool ingerido, começavam aos beijos, beijos provocadores pelos cantos do recinto. Muitos foram convidados a sair pelos seguranças. Sophia já se tinha ido embora á muito, e de coração destroçado devido a Tom ter levado Agnes. Marilyn estava a um canto, sozinha a beber absinto, a chamada “bebida dos boémios”. Gaby estava acompanhada por Kate e ambas estavam em silêncio, fazia já algum tempo.

- Gaby.

                A voz de Gustav chamou a rapariga com peruca lisa preta até á cintura, como duas madeixas pretas. A voz vinha de trás de si, a jovem virou-se e encarou, corada, o rapaz.

- Olá Gustav!

- Já estão todos a ir-se embora. – observou Gustav.

- É verdade. – contemplou Gaby.

- Aceitas ir um pouco até minha casa? – perguntou Gustav, com um pequeno sorriso.

- Que iria eu fazer a tua casa!?

                Kate manteve-se de costas voltadas, fingindo não ouvir a conversa.

- Podíamos conversar, comer qualquer coisa. – enumerou Gustav – Ver um filme, o que quiseres.

                Gaby esboçou um sorriso de aceitação e Gustav retribuiu-lhe outro. Mas rápido o sorriso de Gaby se desvaneceu.

- Mas não posso deixar a Kate sozinha! Ela é minha amiga.

                Kate tocou no ombro de Gaby e sorriu, piscando-lhe o olho.

- Podes ir! – sussurrou Kate. – Vai divertir-te!

- Mas não te vou deixar aqui sozinha, Kate! Até a Natalie já se foi embora com o Georg!

- Não te preocupes comigo. – garantiu Kate – Eu tenho dinheiro que sobra para o táxi.

- Mas ficas aqui sozinha? – perguntou, preocupada – Não ficava de consciência tranquila.

- Podes ficar. – continuou Kate – Não vais perder a oportunidade com o Gustav por minha causa, pois não? Vai imediatamente! Pira-te daqui!

                Kate riu-se e voltou sua atenção para o palco vazio, novamente.

- Okay, eu aceito ir contigo. – sorriu Gaby.

- Ainda bem. – retribuiu-lhe o sorriso.

                A mão de Gustav pegou na de Gaby e levou a rapariga para fora do recinto, dirigiram-se para a praça de táxi e regressaram a Loitsche, para casa de Gustav.

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- Tens a certeza que os teus pais não estão em casa!? – estranhou Tom, quando entrou no apartamento de Agnes.

- Eu não vivo com os meus pais. – respondeu Agnes – Vivo com a minha prima de dezanove anos.

- Ah! Isso é completamente diferente! – sorriu, atrevido, Tom.

- Além disso, ela hoje não está cá! – garantiu Agnes – Foi dormir a casa do namorado, para comemorarem o Halloween!

                O apartamento de Agnes ficava em Magdeburg e não era longe do recinto da festa. A rapariga dirigiu-se para o corredor e abriu a primeira porta á esquerda, o seu quarto. Tom entrou e deitou-se imediatamente na cama de solteiro, com uma colcha preta. Olhou em redor, as paredes brancas estavam revestidas com posters de bandas screamo.

- Finge que é a tua casa! – ironizou Agnes, ao ver o guitarrista deitado na sua cama.

- Desculpa. – pediu Tom, levantando-se – É que estou habituado a fazer isto quando chego ao meu quarto.

- És um bocado atrevido, tu! – observou Agnes.

- Só um bocado. – vincou Tom, com um sorriso provocante.

                Ambos os adolescentes beijaram-se, Tom agarrou-a fortemente pela cintura fina. Ela era tão baixa, que Tom tinha de se curvar para a beijar. A diferença de 30 centímetros eram significativa. As mãos de Tom sentiram o tecido do vestido de noiva e dirigiram-se ás costas, puxando o fecho. Tom subiu suas mãos para os ombros de Agnes e empurram o vestido para baixo. Este caiu no chão, deixando a jovem apenas de roupa interior.

- Porque estou em desvantagem? – brincou Agnes, quebrando o beijo com um sorriso provocador, antes de voltar a enlaçar seus lábios nos dele.

                Agnes arrancou o largo casaco do rapaz e atirou-o algures para trás de si. Puxou para cima a larga camisola e exibiu o tronco nu do guitarrista para si. Suas mãos encontraram lugar no pescoço dele e sem quebrar o beijo, empurrou-o na direcção da cama, fazendo-o deitar-se. Tom não gostava de ficar por baixo, mas Agnes deteve-o de inverter as posições. A rapariga largou os lábios dele e desceu sua cabeça até á barriga do rapaz. Trilhou beijos em direcção ao pescoço do rapaz, fazendo-o sorrir. Os lábios voltaram a juntar-se.

As mãos de Tom subiram pelas costas da jovem e desapertaram-lhe o soutien, atirando-o para longe. Tom olhou o peito dela e lambeu os lábios, malicioso. A jovem ergueu uma sobrancelha e Tom encarou-a, com um sorriso no rosto.

- Um bocado muito atrevido! – observou Agnes.

- Estamos apenas no começo, boneca! – riu-se Tom, lançando-se por cima dela.

                Os lábios de Tom beijaram-lhe o pescoço. As mãos hábeis do guitarrista desceram para as coxas da rapariga e prenderam-se nas cuecas pretas dela, puxando-as para baixo. Tom retirou os seus boxers e olhou-a antes de iniciar a longa noite de sexo.

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                Kate tinha decidido ficar na festa, mas sozinha. Olhou para Marilyn e viu-a levantar-se e dirigir-se á porta, também ela já se ia embora. Suspirou e decidiu que provavelmente, estaria na hora de se retirar da festa. Caminhou cabisbaixa e sozinha até á saída. Sentiu que não devia ter ido aquela festa, magoar-se-ia menos. Bill não lhe prestara nenhuma atenção, como era costume. Estava a ponderar seriamente começar a esquecê-lo, mas não conseguia. Sempre que o tentava esquecer ele aparecia diante de si. Era como se o destino não a deixasse esquecê-lo de vez! Tinha sempre de o encontrar num momento crucial em que já estava a deixar de estar apaixonada por ele.

- Kate!

                A voz que mais receava ouvir naquele momento chamou-a. Fechou os olhos por segundos e abriu-os, novamente. Encarou o seu chamador e viu Bill, parado no meio do recinto quase vazio, olhando-a.

- Olá, Bill! – tentou forçar um sorriso.

                Ele sorriu e aproximou-se.

- Parece que os membros da minha banda me abandonaram e me trocaram pelas tuas amigas!

- Parece que sim. – foi a única coisa que conseguiu responder.

                Quando estava assim perto dele, Kate sentia vontade de chorar. Não conseguia permanecer perto dele sabendo que os seus sentimentos não eram partilhados. Isso fazia-lhe o coração pesado e um nó na garganta.

- Estás bem? – perguntou o rapaz – Ficaste aqui sozinha.

- Eu estou óptima. – mentiu – Não podia impedir que as minhas amigas se fossem divertir, não é? Ao menos, elas que se divertem.

- Acho que não estás assim tão bem. – observou Bill.

- Não é nada demais! – tentou esboçar um sorriso forçado – São só problemas.

- Mas está tudo bem? Posso ajudar-te?

                O sorriso de Kate desapareceu e a rapariga baixou os olhos. Ele era o único que a podia ajudar, mas provavelmente não estaria disposto a ajudá-la como ela queria.

- Não. – mentiu, por fim.

- Se precisares de alguma coisa, podes contar comigo. – sorriu carinhosamente Bill, acariciando o braço da jovem, que o olhou.

- Obrigado.

                Bill sorriu abertamente. Kate amava aquele sorriso, era como um sorriso de um anjo. Apenas um sorriso dele era o que bastava para que a jovem ficasse feliz. Um toque na pele dele, um beijo. Apenas um. Iria fazê-la feliz para o resto da vida.

- Eu vou agora embora de táxi. – começou Bill – Vem comigo.

                Kate olhou-o surpresa. Se ao menos não podia ter o seu amor, iria contentar-se com a sua amizade.

- Está bem.

- Eu pago! – impôs Bill.

- Pagamos a meias. – discordou Kate – Não vais sozinho no táxi!

- Okay, okay! – riu-se Bill – És teimosa.

                Kate esboçou um sorriso irónico e acompanhou Bill até ao exterior do recinto. O ar estava frio e a pele da jovem arrepiou-se. Estava apenas com um fino vestido de veludo. Bill olhou-a e viu-a abraçar-se e tremer com frio. Sorriu e retirou o seu casaco, colocou-o sobre os ombros da jovem. Que surpresa, o olhou.

- Não quero que fiques doente. – sorriu.

                Kate baixou o olhar e encarou o chão de cimento, com um pequeno sorriso no rosto e muito mais quente agora. Não apenas pelo calor produzido pelo casaco de cabedal do rapaz mas pelo gesto dele.

O táxi chegou pouco depois e ambos entraram. O táxi arrancou e dirigiram-se de regresso a Loitsche.

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                Os pais de Gustav tinha deixado um bilhete em cima da banca da cozinha, dirigido ao filho. Dizia que iria estar fora durante o fim-de-semana porque tiveram de ir a Itália ter com um cliente. Gaby olhou em redor, achou a casa do rapaz muito gira.

- Queres alguma coisa para beber? – perguntou a voz de Gustav vinda da cozinha.

- Não obrigado. – negou Gaby.

- E para comer?

- Também não!

                Os passos de Gustav dirigiram-se á sala e encarou Gaby, que o olhou, corando. O rapaz sorriu.

- Eu tenho 19 anos. – começou Gustav – Mas … gosto mesmo de ti!

- Qual é o problema? – riu-se Gaby – Eu tenho 17! São apenas dois anos de diferença.

- Eu sei, mas eu sou maior de idade. – continuou Gustav.

- Gustav, tu não me vais fazer nada que eu não queira. – sorriu – Não há qualquer problema com o facto de seres maior de idade. Olha a Natalie e o Georg! Ele tem 21 anos e ela 17!

- Não sei. – mordeu o lábio.

- Eu não quero saber da tua idade para nada! – garantiu Gaby – É apenas uma diferença de 2 anos! Se tu tivesses 40 anos era capaz de já ser um problema! Mas nosso caso, ninguém diz nada. Somos ambos adolescentes.

- Tens razão. – admitiu Gustav – Estou a fazer tempestades em copos de água.

- Exacto.

- Talvez o facto de eu gostar tanto de ti me faça dizer barbaridades. – riu-se nervosamente o baterista.

                Gaby sorriu e tocou o rosto do baterista com a sua mão, acariciando-lhe a face. Sorriu e Gustav fez o mesmo. Ambas as mãos da jovem tocavam agora no rosto do rapaz e atraíram-no para o seu. Seus lábios juntaram-se no seu primeiro beijo.

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                O táxi em que Bill e Kate estavam parou em frente á casa da rapariga. A jovem ia para retirar o casaco de cabedal do rapaz, mas ele impediu-a.

- Está frio. – relembrou com um sorriso – Podes ficar com ele, depois dás-mo.

- Obrigado, mas não é …

- Eu é que sei se é ou não necessário! – vincou Bill, depois virou-se para o condutor do táxi – Pode esperar só um pouco?

- Sim, claro. – respondeu o homem.

                Kate abriu a porta do carro e viu Bill a fazer o mesmo. Estranhou e ficou parada, olhando para ele. O rapaz dirigiu-se a ela e fez sinal á sua casa. Kate percebeu sua ideia. Ambos começaram a andar, em direcção á entrada da porta. Kate colocou a chave na fechadura.

- Parabéns pelo concerto. – felicitou a jovem – Estiveram fantásticos.

                A resposta de Bill foi sorrir e olha-la.

- Parabéns também por terem conseguido um manager. – continuou – Vão poder lançar o vosso segundo CD em breve, não é?

- É sim. – respondeu Bill.

- Bem, boa noite então!

                Kate olhou-o com um sorriso nervoso. Bill aproximou-se do rosto dela. Kate ficou como que paralisada e seu sorriso abrandou. O rapaz fechou os olhos e deu-lhe um pequeno beijo na bochecha esquerda. Sentiu suas faces ferverem e um rubor formar-se sobre elas.

- Boa noite, Kate.

                Kate paralisou diante da porta de entrada, enquanto Bill caminhava de volta para o táxi. Ouviu o som do motor a arrancar e o táxi desapareceu. Kate imaginou aquele momento com uma música romântica foleira mesmo ao género telenovela/filme. Esboçou um sorriso e rodou a chave na fechadura. No andar debaixo da casa reinava o silêncio, seus pais dormiam no andar de cima. Ainda com ar parvo e a música romântica a ecoar-lhe na mente, subiu as escadas. Abriu a porta do seu quarto e viu sua cama com as cobertas já puxadas para trás e seu pijama em cima dela. Despiu o disfarce e vestiu o pijama. Deitou-se na cama, ainda apaixonada, cobriu-se com as quentes roupas de cama. Pegou no casaco de cabedal de Bill e abraçou-o, absorvendo o seu perfume, fechou os olhos e adormeceu, sonhando que estava abraçada a Bill

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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publicado por Molly's FanFictions às 13:47 | link do post | comentar

2 comentários:
De bones a 20 de Dezembro de 2008 às 14:55
Olha que fantástico! Passei por aqui só para ver e tenho um novo capítulo! xD

Mais uma na lista de "fodas" do Tom?
As cenas mais românticas são sem dúvida entre o Bill e a Kate! Ela gosta mesmo dele, espero que fiquem juntos, okay!


Hasta!


De Diiana Uriie * a 20 de Dezembro de 2008 às 19:12
O Bill foi tão querido *-*

E tu escreves tão, mas tão bem *-*

Posta mais, va láááááááááá (a)


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