Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

 

Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XIV

 

- GABRIELLA!

                Sr. Johanna chamou a filha, que estava no quarto a vestir-se. A mãe estava na sala de estar mais Gustav, que esperava a namorada para a levar á festa na garagem. Os cabelos louros de Sr. Johanna estavam mais encaracolados e mais parecido com a lã de uma ovelha. Vestia umas calças afuniladas azul-escuras, usava uma túnica vermelha, com corte grego fazendo lembrar uma deusa. Nos pés usava umas quentes botas vermelhas big foot.

- Sempre em cima do horário, sempre atrasada! – reclamou Sr. Johanna, levando as suas mãos á cintura.

                Gustav permanecia em silêncio. A mãe de Gaby olhou para ele e riu-se.

- Estás tão calado, porquê? – perguntou – Não precisas de ter medo de mim, miúdo!

                Gustav sorriu, nervosamente.

 - Apenas não tenho um assunto para falar consigo. – confessou Gustav.

- Não fiques acanhado! – exclamou Sr. Johanna, batendo no braço de Gustav – És o namorado da minha filha!

- Pois sou … - Gustav encolheu os ombros e sorriu, embaraçado.

- Então e vocês já …

                Os olhos de Gustav esbugalharam-se e um rubor surgiu no rosto dele.

- Nós já o quê, Sr. Johanna? – perguntou, receoso.

- Bem, eu sei que vocês são adolescentes e natural que sintam… sensações diferentes das que estão habituados. – começou Sr. Johanna.

                Gustav apenas desejava um buraco para se enterrar.

- E … vocês sentem desejos … diferentes! Uns pelos outros e …

- Mãe pára com essa conversa! – exclamou a voz de Gaby, vinda do cimo das escadas – É embaraçoso!

                Gaby desceu as escadas, a correr. Estava vestida de um modo simples, como habitual. Vestia umas calças skinny de ganga escura, umas sapatilhas da Fidel com estampado leopardo, uma grossa camisola de gola alta preta e um casaco de cabedal preto.

- Não é embaraçoso, querida! – corrigiu – É natural e uma conversa que as mães deviam ter.

- Com os namorados das filhas!? – estranhou Gaby.

- Com o teu namorado sim! – vincou Sr. Johanna.

- Mãe …

                Gaby revirou os olhos.

- Gaby, podemos ir embora? – perguntou Gustav ao ouvido da namorada.

- Mas se alguma vez … fizerem …isso! – continuou Sr. Johanna. – Usem protecção, okay?

- Adeus mãe! – disse imediatamente Gaby, dando a mão a Gustav e dirigindo-se á porta de saída da casa.

- Adeus, querida!

                Gaby abriu a porta e Gustav saiu, fechou a porta. Gaby encolheu os ombros e lançou uma gargalhada.

- Desculpa a minha mãe. – começou Gaby – Aquela conversa foi embaraçosa.

- Não faz mal. – garantiu Gustav – É uma conversa que as mães teriam.

- Não tentes desculpar a minha mãe. – disse Gaby, olhando para ele – De qualquer modo, que horas são?

- São 20 horas e 50 minutos. – respondeu. – Dez minutos para a festa começar.

- Okay. – Gaby respirou fundo – Achas que devíamos ir buscar a Kate?

- Acho que ela pode ir sozinha. – informou Gustav – E acho que te preocupas demasiado com ela.

- Claro que me preocupo! – exclamou Gaby – Ela é tão … sensível! Parece que está sempre a gritar pela minha ajuda, mesmo quando está em silêncio.

 - Tu preocupas-te demais com os outros, Gabriella. – disse Gustav, virando a namorada de frente para si – Acho que devia começar a preocupar-te contigo também.

- Deves estar correcto. – Gaby esboçou um pequeno sorriso – Hey! E desde quando é que me chamas “Gabriella”!?

- É o teu nome, não é? – riu-se Gustav, começando a dirigir-se para o passeio da rua.

- Não fugas á conversa, volta aqui! – disse Gaby, com um sorriso surpreso e de gozo.

- Temos de ir para a festa! – brincou Gustav – E a festa não é em tua casa!

- Gustav Schafer não faças gozo de mim! – escandalizou-se Gaby, correndo atrás dele.

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                A garagem onde os Tokio Hotel ensaiavam estava decorada com mesas repletas com aperitivos, salgados e doces, para a festa. Já vários convidados estavam no recinto a dançar ao som da música que um DJ estava a passar. Os membros da banda já tinham chegado todos. Tom e Agnes estavam a dançar um com o outro, enquanto se beijavam. Gustav e Gaby tinham acabado de chegar e foram cumprimentar Bill, que conversava com Marilyn e Sophia. Georg abraçava Natalie pela cintura, que parecia um pouco chateada.

- Porque escolheram esta música horrível!? – perguntou Natalie.

- É uma festa. – lembrou Georg – Tínhamos de contratar um DJ!

- Para passar house, mais valia não terem música na festa! – reclamou Natalie.

- Não ligues á música! – aconselhou Georg – O que importa é que estamos todos juntos, o resto pouco importa.

                Natalie bufou.

- Sim, está bem. – acabou por concordar.

                Gustav acompanhado por Gaby aproximou-se do casal e cumprimentaram-se, com largos sorrisos.

- Olá! – sorriu Gaby.

- Hey! – retribuíram Georg e Natalie em coro.

- Então, a festa está com cada vez mais pessoas! – observou Gustav.

- É verdade. – confirmou Georg, olhando em redor – A Natalie é que não está muito satisfeita com a música escolhida!

- Concordo com ela. – disse Gaby.

- Mas porquê que vocês prestam atenção á música que está a dar? – perguntou Georg.

- Porque é uma festa e numa festa é suposto dançar, mas com esta música horrível, - começou Natalie, revirando os olhos –, é um bocado impossível.

- Peço desculpa pela escolha. – disse Gustav – Mas quem o convidou foi o Tom!

- O Tom!? – estranhou Natalie – Pensava que ele gostava de rap!

- E gosta! – vincou Gustav – Mas ele é que tem os conhecimentos musicais aqui na zona!

- Não vamos discutir por causa da música, pois não? – interrompeu Gaby – Estamos aqui para nos divertimos!

                Natalie abriu a boca para falar mas foi interrompida por Gaby.

- Aguenta a música! – disse num tom sério.

                Natalie revirou e murmurou entre dentes uma frase que ninguém percebeu.

- Hey guys! – acenou Marilyn, que tinha acabado de chegar.

- Olá. – cumprimentou Natalie. – Estás muito gira, como sempre!

- Oh! Obrigada! – sorriu, lançando o longo cabelo louro para trás com um delicado gesto de mão.

                Marilyn trajava um vestido de cetim curto, preto. A saia tinha várias camadas, com pequenas pregas e era rodada, tinha um decote quadrado e as mangas compridas, tufadas. Como estava frio, tinha um lenço preto de renda em torno do pescoço. As suas meias eram igualmente de renda e calçava uns sapatos pretos com uma plataforma de cinco centímetros.               

                Sophia e Bill, que conversavam acerca de algo, aproximaram-se do grupo. Acenando em cumprimento a todos. A rapariga vestia umas calças skinny pretas, umas all stars pretas e uma camisola vermelha, com um colar com uma guitarra ao pescoço.

- Olá! Olá! – exclamou Sophia. – A festa está espectacular!

- Pois claro. – ironizou Natalie e Georg friccionou a mão no braço dela, mas a expressão séria não desapareceu.

- Os canapés estão deliciosos! – comentou Sophia – Quem é que os fez?

- Acho que foi a Sr. Simone. – respondeu Georg – A mãe do Bill e do Tom.

- Então dá-lhes os meus parabéns! – pediu Sophia – Já comi cinco, estão mesmo bons!

- Sophia não devias comer tanto! Estás a ficar gorda! – aconselhou Marilyn, fazendo Sophia olhar para o seu corpo magríssimo – Depois queixaste que os rapazes não queiram nada contigo…!

- Marilyn não sejas desagradável, como sempre! – vincou Gaby.

- Eu estou gorda!? – perguntou Sophia, tentando encontrar acumulados de gordura na sua barriga lisa.

- O quê!? – exclamou Gaby – Tu és magra demais! Deves é continuar a comer.

- Isso, faz o que ela diz. – ironizou Marilyn – E depois quando ficares um hipopótamo, não te queixes!

- Marilyn cala essa boca! – gritou Gaby.

- Qual é o teu problema ó maria rapaz?! – atacou Marilyn, ameaçando a rapariga de cabelos curtos louros.

- Hey, hey! – interrompeu Natalie, colocando-se no meio de ambas as raparigas – Parem com isso, estamos numa festa!

- A tua amiguinha é que começou! – cuspiu Marilyn, olhando Gaby de cima a baixo com desdém.

- Não interessa quem começou!

- Está tudo bem? – perguntou Bill, aparecendo a meio da discussão. – Parecia que estavam a discutir!

- Não, está tudo bem, Billzinho! – sorriu cinicamente Marilyn.

                Gaby revirou os olhos.

- Estranho, pareceu-me que sim, Marilyn – continuou Bill.

- Apenas uma discussão pateta. – riu-se. – Nada de grave. Então, como está a festa?

- Bem. – respondeu Bill, olhando em redor.

- Procuras alguém? – perguntou Gaby.

- Não.

                Gaby pressionou os lábios, formando uma fina linha. Disfarçadamente, continuou a fintar Bill, esperando descobrir uma expressão no seu rosto que lhe comprovasse que ele lhe mentia.

- Os canapés estão cinco estrelas! – comentou Sophia com um novo canapé na mão – Parabéns á tua mãe!

- Ah! Obrigada! – riu-se Bill. – Ainda nem os experimentei.

- Eu já comi oito! – disse Sophia, enquanto mastigava.

- E continua a enfardar! – comentou, entre dentes, Marilyn.

- Disseste alguma coisa, Marilyn? – perguntou Gaby.

- Nada, nada. – mentiu – Apenas pensamentos em voz alta!

                Gaby fintou, novamente, Bill. Sabia que o rapaz estava ansioso e esperava alguém com urgência. Apostava que era Kate! Consultou seu relógio de pulso, eram 21 e 30 e Kate ainda não tinha aparecido. Será que tinha mudado de ideias? Ou que se arrependeu de ter aceitado o convite? Ou talvez não quisesse ver Bill!

- Acho que devíamos ter ido buscar a Kate! – disse Gaby, ao ouvido de Gustav.

- Porquê?

- A festa já começou á meia hora e ela ainda não chegou! – respondeu.

- Deixa de te preocupar tanto! – pediu Gustav, dando um beijo na boca da namorada – Ela deve estar a chegar! Vocês, raparigas, demoram séculos a vestirem-se, a maquilharem-se,

- Eu não me maquilho! – vincou Gaby.

- Está bem, mas a Kate maquilhar-se. – supôs Gustav. – Apenas demorou um pouco mais hoje.

- Espero que tenhas razão… - suspirou Gaby.

- Vou comprar mais vodka ao supermercado. – informou Bill. – Só nos resta mais uma garrafa.

- Queres dinheiro? – perguntou Georg, tirando a carteira do bolso das calças de ganga.

- Não é necessário, tenho aqui o suficiente. – respondeu Bill, esboçando um pequeno sorriso – Até já!

                O rapaz começou a caminhar para fora da garagem.

- Queres que eu vá contigo, Billzinho? – perguntou Marilyn.

- Não é necessário, Marilyn. – respondeu – Mas obrigada.

                Bill seguiu pela esquerda. Marilyn ficou furiosa. A seu lado estava Sophia a devorar canapés e estendeu-lhe um.

- A comida ajuda a superar desilusões. – informou.

- Podes comê-la tu! – gritou, afastando-se para o outro lado.

                Gaby riu-se, sorrateiramente.

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                Kate caminhava pelas ruas deserta da vila de Loitsche. Estava nervosa e ao mesmo tempo ansiosa. Tinha escolhido um vestido, tal como Bill pedira. Suspirou, pensando nele. Iria vê-lo agora, estaria preparada? Será que ele ira reparar nela ou iria elogia-la? Ou iria ignora-la, como sempre? Suspirou, novamente. O cabelo preto ondulava, solto ao vento. Tinha pintado seus lábios de vermelho e usava uma fita rockabilly vermelha na cabeça, formando um laço. O vestido que tinha escolhido tinha corte recto, á anos 60, e era preto. Vinha com um sobretudo vermelho, devido ao frio do inverno e calçava uns sapatos vintage pretos.

Um grupo de homens caminhavam na direcção contrária á sua, eram todos robustos e cheiravam a álcool. Kate tentou manter a calma, provavelmente nem lhe iriam dizer nada, ou se dissessem, eram bocas foleiras. Á medida que caminhava, os rostos dos homens iam-se revelando sob as luzes douradas dos postes de iluminação nocturna. Eram ao todo cinco homens, de grande porte. Pareciam estar todos na casa dos 30 ou 40 anos, eram bastante feios, na opinião de Kate.

Quando estava frente a frente com eles, Kate tinha esperança que lhe abrissem caminho, mas não. Os homens pararam, obrigando a jovem a parar também. Rodearam-na e Kate sentiu um sentimento de pavor e medo invadi-la. Os homens começaram a rir-se uns para os outros.

- O que temos aqui? – riu-se, maliciosamente, um, o mais gordo.

- Tempo de sobremesa! – disse o mais alto.

- Anda cá, menina bonita! – sorriu outro, o único moreno.

- O que querem? – perguntou Kate, assustada – Querem dinheiro? Tomem a minha mala!

                Kate estendeu-lhes a mala, mas os homens limitaram-se a rir e o líder deu uma estalada no braço da jovem, fazendo a mala aterrar longe.

- Nós, minha querida, não queremos dinheiro – começou um dos homens, o líder -, queremos-te a ti!

- O quê!?

                Foram as palavras de choque que saíram da garganta de Kate, que recuou, assustada, á medida que o grupo se aproximava de si. Para sua desgraça, bateu com as costas contra o murro de cimento. Tacteou pela parede, na tentativa de fugir. Mas o mais gordo dos homens cerrou-lhe o caminho.

- A tentar fugir porquê, boneca? – perguntou ele – Vamos divertimo-nos todos juntos!

- Yeah, vamos fazer uma grande festa todos! – riu-se o mais alto.

- Podem ficar com o meu dinheiro, com o meu telemóvel, com o mp4, com o que quiserem da minha mala! – implorou Kate – Mas deixem-me ir embora! Por favor…!

- Tu és surda, miúda!? – gritou o líder – Nós já dizemos que não queremos nada dessas merdas! Nós só te queremos a ti!

                A mão do homem acariciou a face de Kate, que estremeceu de medo. A jovem estava apavorada. Não tinha para onde escapar, para onde fugir. Estava cercada por cinco homens com o dobro do seu tamanho e da sua altura! Seus olhos avelãs esverdeados olharam em redor, com pânico estampado neles.

- Não precisas de ter medo. – riu-se um outro, o único ruivo – Nós seremos gentis.

- Ou talvez não. – discordou o líder, com um sorriso malicioso – Depende da tua cooperação.

                Kate pressionou as costas mais contra a parede, como se tentasse derrubá-la. Sentiu medo, sabia mas ao mesmo tempo não sabia o que aquele bando de bêbados pretendia fazer-lhe! Iria aparecer morta e nua no meio do bosque no dia seguinte? Iria contrair SIDA depois disto? Ou simplesmente iria ficar com traumas para o resto da sua vida? Não sabia qual seria a pior, mas preferia morrer a qualquer uma daquelas hipóteses! Preferia que a matassem logo e depois violassem o seu cadáver a viver uma violação! Ou viver com dez comprimidos por dia e morrer passado cinco anos!

- Vamos despachar esta merda! – disse o mais gordo, começando a desapertar as calças.

                Kate desviou o olhar, aterrorizada. Uma lágrima escorreu-lhe pelo rosto quando a imagem de Bill lhe apareceu á cabeça. Nunca mais iria vê-lo! As suas últimas recordações de vida iriam ser as caras daqueles horrorosos bêbados. A voz de Bill surgiu-lhe na sua mente.

Vai com um vestido, ficas linda quando usas vestidos.”

- “Fico linda quando uso vestidos?” – pensou Kate, quando o homem mais gordo lhe puxou os cabelos e a obrigou a ajoelhar-se.

- Chupa o meu pau, cabra! – ordenou o homem, enquanto apontava o seu órgão sexual a Kate, que enojada lutava com a forte mão dele, que lhe empurrava a cabeça para a frente.

- “De que serve achares que fico linda de vestidos, se não vais ter oportunidade para me ver com um mais alguma vez?”

- Não vale lutares contra a minha vontade, puta!

“Nem sei como é que não tens nenhum rapaz atrás de ti!”

A voz de Marilyn ecoou na sua cabeça.

- “Apenas queria um, Marilyn!” – pensou Kate – “Um, que não posso ter.”

- Chupa-me, cabra de merda! – voltou a repetir, enfurecido, o homem gordo.

“O Bill gosta da Marilyn.”

                A voz de Nana alertou-a na sua cabeça.

- “Ele gosta da Marilyn…”

                Todas as suas forças desapareceram naquele momento. Aquela frase repetia-se milhares de vezes na sua cabeça. Que Bill gostava de Marilyn e que se assim é, não vale a pena lutar mais. Iria morrer com sofrimento…

- Nós mandamos-te ser obediente, cabra! – cuspiu o líder, dando-lhe uma chapada.

                Kate sentiu a sua cara embater contra o chão frio e de cimento. Uma forte e ardente dor invadiu-lhe o nariz e a zona do maxilar. Um líquido quente escorreu da sua boca para o chão. Tocou-o, era vermelho-escuro. Sangue. Sentiu as mãos de um dos homens a enlaçar-se nos seus cabelos pretos e a puxa-la para cima. Kate lançou um gemido de dor, sua cara estava ensanguentada e seu espírito desesperado.

- “Amo-te, Bill!”  - foi o seu último pensamento.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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publicado por Molly's FanFictions às 17:29 | link do post | comentar

2 comentários:
De bones a 22 de Dezembro de 2008 às 19:21
oh, shit! a kate está em grandes sarilhos! :O
posta rápido para eu saber o que vai acontecer a seguir!

está cada vez melhor!

hasta!


De mus@ a 22 de Dezembro de 2008 às 23:34
oohh god!
tu vais pa escritora nao vais?
JURO TE E LINDO O QE ESCREVES!!!!!

por favor continua rapidinho..
e consegues postar 2 capitulos num dia e qe eu completamente viciada...bjs


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