Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XV

 

 

Bill entrou no supermercado. Aquela hora apenas tinha uma senhora de idade a comprar fruta, um homem com um carrinho cheio de compras e uma rapariga loura de dezasseis anos. O alto rapaz caminhou pelos corredores, divididos por prateleiras repletas de produtos á venda. Virou no corredor das bebidas alcoólicas e procurou vodka. Colocou dez garrafas no carrinho e dirigiu-se á caixa, para pagar.

- Idade? – perguntou.

- Dezoito anos. – mentiu Bill, mas sabia que conseguia passar por isso.

- Dinheiro ou cartão de crédito? – perguntou a mulher loura de 40 anos que estava na caixa a trabalhar.

- Dinheiro. – responde Bill, enquanto a mulher passava o código de barras de uma garrafa de vodka e teclava o número de garrafas.

- São vinte euros, por favor.

                Bill tirou a carteira do bolso das calças e abriu-a, tirando uma nota de vinte euros e entregou-a á mulher, que a colocou na caixa e arrumou as garrafas num saco de plástico, que teve o preço adicional de 3 cêntimos. O vocalista pegou no saco e saiu da loja. Caminhou em direcção á garagem.

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                Marilyn estava furiosa, sentada ao lado de Sophia na festa. Sophia devorava agora uma enorme fatia do bolo de chocolate coberto com chantilly enquanto olhava para Tom e Agnes.

- A vida é tão injusta! – queixou-se Sophia e após deu uma enorme trinca na macia superfície do bolo.

- O Bill podia ter-me deixado ir com ele! – resmungou Marilyn.

- O Tom está a curtir com aquela á minha frente! – chorou Sophia.

- Eu estou a falar-te do Bill e tu falas do Tom!? – escandalizou-se.

- Ele era meu! – vincou Sophia – Trocou-me por aquela! O que é que ela tem que eu não tenho?

                Marilyn observou Agnes e observou Sophia, várias vezes.

- É as mamas, não é? – perguntou, desesperada, Sophia.

- Não! – exclamou Marilyn – Ela quase não tem mamas!

- Ela é mais magra que eu, não é?

- Não, são ambas extremamente magras! – disse Marilyn – Tu és mais alta!

- Ele devia ser meu, não daquela … coisa!

                Sophia cortou uma nova fatia do bolo de chocolate e colocou-a no guardanapo.

- Pára de comer! – chocou-se Marilyn – Estás a irritar-me! Tens noção do quanto já comeste hoje?

- Comida cura depressões! – chorou Sophia – Principalmente chocolate!

- Vais ficar cheia de celulite depois desta noite! – avisou Marilyn.

- Celulite?! – exclamou Sophia.

- Sim. – garantiu – E vais ficar com pneus em torno da barriga! E nenhum rapaz vai querer nada contigo porque vais ficar gorda!

- Que horror! – exclamou Sophia, pousando a fatia de bolo na mesa.

- Que conversas interessantes e óptimas para o estimulo intelectual! – comentou uma rapariga ruiva de óculos que estava sentada perto delas, levantou-se e foi-se embora.

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As mãos de um dos robustos homens agarrou os cabelos negros de Kate e ergueu-a, fazendo as costas dela baterem forte contra o murro, novamente. A face da jovem estava ensanguentada, devido ao ferimento no interior do seu nariz. As mãos do homem começaram a rasgar a parte de cima do vestido de Kate, fazendo a rapariga gritar em socorro. Pedaços de tecido preto invadiram a visão de Kate. Sentiu um frio invadir-lhe o peito. Seria agora a sua condenação?

- Agora é que nos vamos divertir á grande! – riu-se o atacante. – Ah!

Uma garrafa embateu contra o lado lateral da cabeça do homem, fazendo-o desmaiar e largar Kate. Um cheiro a álcool deixou o seu rasto no ar.

- Deixem-na em paz!

- Bill!?

                Os olhos de Kate abriram-se em espanto, não acreditava que o rapaz estava ali. Mas estava! Bill fintava os homens com os olhos possessos de raiva. Na sua mão trazia um saco de supermercado com garrafas lá dentro.

- Quem é o gajo? – perguntou o ruivo – O teu namorado, é?

- Deixem-na em paz! – repetiu Bill.

- Ai sim? – riu-se o mais gordo – E o que é que nos vais fazer, panilas?

- Partir-vos a cara se não a largarem imediatamente! – respondeu Bill, num tom sério.

                Os homens começaram-se a rir ás gargalhadas e o líder soltou Kate, atirando-a contra a parede. Aproximou-se um pouco de Bill e juntou suas mãos, estalando os dedos num tom ameaçador.

- Vem cá mostrar o que tens! – sorriu o líder.

                Mas Bill não se moveu.

- Estás com medinho, ó boneco de porcelana? – riu-se o mais gordo.

- Perdeu a coragem! – riu-se o moreno e aproximou-se, levando Kate pelo braço.

                O homem aproximou-se de Bill e pegou Kate entre as suas fortes mãos, exibindo o fragilizado corpo para ele, que olhou o homem com raiva nos olhos.

- Estás a ficar mais furioso, não estás? – sorriu o moreno. – Vem cá buscá-la! Vem!

                Bill aproximou-se do homem e deu-lhe um murro na cara, fazendo-o cair no chão. Kate correu, com dificuldade, para o pé de Bill. O moreno levantou-se e limpou o sangue que escorria da sua boca com a palma da mão. Olhou-o com gozo. Aproximou-se e deu um murro na cara de Bill, que contra-atacou com outro murro, fazendo o moreno embater contra o líder.

- Sai daqui! – ordenou o líder – Não fazes nada de jeito!

                O líder aproximou-se, com um sorriso sedento de luta. Levantou o punho e esmurrou-o no rosto de Bill, fazendo o rapaz cair no chão.

- Bill! – gritou Kate, ao ver o amado no chão.

- ‘Bora bazar! – gritou o ruivo. - Esta merda está a dar para o torto!

                Os outros três fugiram para o lado esquerdo da rua, correndo sem olhar para trás. O rapaz levantou-se do chão, com dores em todo o corpo. O líder aproximou-se e deu-lhe um golpe nas costas, fazendo-o cair novamente.

- Pare com isso! – gritou Kate, aterrorizada.

                Bill ergueu os braços, elevando-se, mas o líder derrubou-o novamente. O líder aproximou-se do rapaz e tirou um canivete do bolso, fazendo a lâmina brilhar. Os olhos de Kate abriram-se em terror. Ele iria matar Bill! Bill virou-se para o homem, que se erguia diante os seus olhos. Limpou o sangue que escorria de sua boca e seu olho direito estava inchado, mantinha-o fechado.

 Empunhou o canivete alto enquanto olhava Bill com loucura nos olhos. Bill levantou-se do chão, com dificuldade e com uma dor horrível mas costas. Kate correu para o homem armado e deu-lhe um murro, mas o líder limitou-se a rir às gargalhadas e a projecta-la contra o chão, com um golpe na barriga. Mas o canivete perdeu-lhe no chão.

Bill juntou forças e deu um murro na cara do homem e antes que o líder pudesse atacar, Bill deu-lhe outro golpe na barriga que o fez desequilibrar-se. O líder caiu no chão, com sangue a jorrar-lhe do nariz. Kate correu para o amado:

- Bill!

                Kate abraçou-se ao rapaz, soltando um choro de dor misturado com alívio. A rapariga desamarrou-se do abraço e recuou, lentamente. Queria ver que era real, que era mesmo Bill quem a salvara.

- Calma, calma. – sussurrou Bill – Eu estou aqui, tem calma. Ninguém te vai magoar agora.

Bill aproximou-se do rosto da rapariga e beijou-lhe a testa, de forma carinhosa.

- Leva-me á festa. – pediu Kate, com lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto.

- Nem pensar! – impôs-se Bill, mas com uma voz carinhosa – Tu vens para minha casa!

- Para tua casa? – repetiu.

- Sim. – confirmou Bill – Não vais a festa nenhuma, não te vou deixar!

- Porquê? – perguntou Kate, tentando conter o choro.

                Bill envolveu a rapariga nos seus braços. Kate sentiu a pele quente dele em contacto com a sua, fria devido ao tempo passado na rua. O rapaz retirou um braço e levou a rapariga até sua casa, com um braço em redor dos ombros dela de forma protectora.

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- Onde está o Bill com a vodka!? - perguntou Georg.

                Natalie tinha partilhado a paixão de Sophia pelos canapés da mãe dos gémeos, e agora estavam as duas a partilhar um prato cheio deles. Marilyn já tinha desistido da festa e tinha regressado a casa á cerca de 5 minutos.

- O Bill com a vodka!? – repetiu Georg.

- Tem calma, seu viciado em álcool! – riu-se Gustav.

- Eu não sou viciado em álcool! – exclamou Georg – Estou com sede!

- Tens uma torneira na casa de banho. – informou Gustav, no gozo.

- Tens muita piada, tu! – riu-se ironicamente, Georg.

- Os canapés acabaram! – chorou Sophia, colocando o prato em cima da mesa.

- Ó Sophia, não achas que já comeste mais do que suficiente por uma noite? – perguntou Georg – Daqui a pouco apanhas uma indigestão.

- Não há álcool para eu afogar as mágoas! – respondeu Sophia, encolhendo os ombros – Mas agora dói-me a barriga!

- Pudera! – exclamou Gustav – Comeste cinco pratos de canapés, com vinte canapés cada um e comeste quase um bolo gigante de chocolate coberto com chantilly!

- Acho que quando chegar a casa vou vomitar! – gemeu Sophia, agarrando-se á barriga.

- Guarda mesmo esse momento quando chegares a casa! – disse Georg – Não quero vomitado em cima do local sagrado onde ensaio!

- Até parece que o Tom já não vomitou aqui! – riu-se Gustav.

- Não i-interessa! – gaguejou Georg – Não vomites aqu…

                Mas antes que Georg pudesse terminar a frase, Sophia já tinha vomitado no chão da garagem, o que fez alguns convidados arredarem-se e outros gritarem.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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publicado por Molly's FanFictions às 09:23 | link do post | comentar

1 comentário:
De mus@ a 23 de Dezembro de 2008 às 12:36
ta lindoooooooo

o Bill salvou-a aiaiai!
podes postar mais hj?
please..please..please

sim??
adorei
parabens

beijos


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