Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

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Como estamos na época natalícia, vou postar um capítulo extra hoje! ;D

Faltam apenas mais 4 capítulos para terminar a história:

- amanhã, dia 24, posto 2 novos capítulos

- no dia 25, posto os outros 2 (os últimos)

[só se acontecer algum imprevisto é que não o irei fazer]

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Fico a aguardar Comentários e/ou Críticas Construtivas para postar o próximo Capítulo.  

 

Teenage Drama Love

 

 

 

 

Capítulo XVI

 

 

Bill gemeu de dor quando o algodão empapado em água oxigenada tocou na ferida que tinha na testa. Estavam sentados na cama do rapaz, acompanhados por uma caixa de primeiros socorros. Kate tinha vestido uma larga camisola azul-escura, que pertencia a Tom e que lhe ficava pelos joelhos.

- Tenta manter-te quieto. – pediu Kate, enquanto tentava fazer um curativo na testa do rapaz.

- Isso dói! – queixou-se.

- É normal. – sorriu Kate – Significa que as bactérias que estão na ferida estão a ser eliminadas.

                Bill permaneceu quieto, apenas murmurando uns gemidos de dor quando o algodão tocava a ferida. Kate pousou o algodão e colocou uma compressa sobre a ferida, colando-a com fita adesiva médica. Bill retirou a camisola e Kate corou ao ver o tronco nu do rapaz. Pondo seus sentimentos românticos á parte reparou que estava com bastantes nódoas negras.

- Oh céus…! – exclamou baixo.

- Sinto como se tivesse sido atropelado por um camião! – confessou Bill.

                Uma lágrima escapou do olho esquerdo de Kate, mas Bill parou-a a meio do rosto da jovem.

- Porque estás a chorar? – perguntou, esboçando um pequeno sorriso.

- Tu estás assim… - começou Kate, com a voz pesada do choro – magoado! Por minha causa!

- Kate! – exclamou Bill, com um pequeno sorriso e colocando suas mãos nos braços da rapariga – Não me importo de estar magoado. Eu nunca iria deixar que aqueles bêbados que fizessem mal! Tinha de intervir.

- Podias ter morrido! – lembrou Kate.

- Ao menos tinha morrido a proteger-te.

                Kate olhou-o, surpresa. Seus olhares fixaram-se nos olhos um do outro. Bill esboçou um pequeno sorriso. Kate, contudo, não conseguiu retribuir. Estava demasiado hipnotizada naquele olhar.

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                O chão da garagem já tinha sido limpo. Natalie tinha levado Sophia a casa, e prometeu a Georg que voltaria rápido. Tom auto-convidou-se para ir passar a noite ao apartamento de Agnes. A festa tinha acabado, sem vodka e sem Bill. Georg, Gustav e Gaby eram os únicos que restavam na garagem. Gaby tinha arrumado a comida que tinha restado em taparuéres e arrumou-os em sacos de plástico. O DJ tinha arrumado o seu material e foi pedir o dinheiro a Georg, que lhe deu. O rapaz foi-se embora.

Georg e Gustav tinham desmontado as mesas e arrumaram-nas na despensa que a garagem tinha anexada.

- Parece que está tudo arrumado! – exclamou Gaby, colocando as mãos na cintura e olhando em redor.

- Que porcaria de festa! – suspirou Georg, sentando-se num banco encostado á parede.

- Podes crer! – concordou Gustav, sentando-se ao lado dele.

- Então!? – exclamou Gaby, olhando para eles, incrédula – Que espírito derrotista é esse?

                Georg abriu os braços e apontou com ambas as mãos ao longo da garagem vazia.

- Sabes que horas são!? – perguntou Georg – É meia noite e a garagem está vazia! Sem festa!

- Querem levantar-se cedo amanhã? – sugeriu Gaby.

- Amanhã é domingo! – exclamou Georg.

- Missa? – riu-se Gaby.

                Georg olhou-a sério e a rapariga de cabelos louros curtos cessou o riso.

- Há pessoas religiosas. – comentou Gaby.

- Pois, mas este não é o caso! – vincou Georg – Foram-se embora porque a festa estava uma seca!

- Desculpa. – pediu Gaby, baixando a cabeça.

                Gustav levantou-se e abraçou a namorada, deu-lhe um pequeno beijo na boca.

- A culpa não é tua. – disse.

- A culpa é do Bill! – gritou Georg, furioso.

- Não o podes culpar! – exclamou Gaby, incrédula.

- Porque não? – perguntou Georg – Ele disse que ia comprar vodka para “animar” a festa e não voltou!

- Pode ter surgido um imprevisto! – propôs Gaby.

- Que imprevisto? – perguntou Georg – A vodka estava esgotada? Comprava outra bebida alcoólica qualquer!

- Outra coisa qualquer! – vincou Gaby – Talvez a mãe precisasse dele em casa, ou outra coisa qualquer!

- Ele vai ter de explicar-me essa história muito bem, amanhã! – finalizou Georg – De manhã vou logo a casa dele!

- Não é preciso tanta urgência, Georg! – interveio Gustav.

- Não é …

- A Kate não veio! – interrompeu Gaby, tentando mudar de assunto – Será que se passou alguma coisa?

- Provavelmente a mãe não a deixou vir. – respondeu Gustav.

- Espero que tenha sido. – suspirou Gaby – Estava com um mau pressentimento acerca de algo que lhe pudesse acontecer.

- Nada lhe aconteceu. – disse Gustav – Pára de te preocupares tanto, Gaby!

- Tens razão.

- Anda, eu vou-te levar a casa. – disse Gustav.

- Okay.

- Então e eu? – perguntou Georg.

- Tu vais para casa, se não quiseres dormir aqui! – gozou Gustav.

- Ahaha! – riu-se ironicamente o baixista – Que piada!

                Gustav riu-se e abraçou Gaby, caminhando para fora da garagem. Georg seguiu-os e puxou o portão da garagem para baixo, trancando-o de seguida. Ambos seguiram caminhos diferentes.

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- É melhor eu ir para casa! – disse Kate, desviando o olhar.

- Não, não. – negou Bill, tocando-lhe o rosto carinhosamente com a sua mão – Não te vou deixar ir sozinha para casa depois do que te aconteceu.

- Não posso ficar para sempre trancada em casa só por causa do que me aconteceu, não é?

- Fica aqui apenas por esta noite. – pediu Bill – Eles podem voltar.

                Kate olhou-o e baixou o olhar novamente, questionando-se.

- Onde é que eu vou dormir? – perguntou.

- Dormes aqui, no meu quarto. – respondeu Bill, com um sorriso.

                A expressão de Kate tornou-se surpresa mas séria.

- Nada disso! – emendou Bill, rindo-se – Dormes aqui e eu durmo no quarto meu irmão.

- E o teu irmão vai partilhar a cama contigo? – perguntou Kate – Não estou a ver o Tom a fazer isso…

- Ele vai estar fora esta noite. – respondeu Bill. – Podes ficar no meu quarto, eu não te incomodo.

- Obrigado, Bill. – sorriu, timidamente, Kate – Estás a fazer demasiado por mim.

- Apenas estou a fazer o que é correcto!

- Pois, o correcto…! – a voz de Kate entristeceu-se.

                Bill levantou-se da cama e pegou na caixa de primeiros socorros.

- Põe-te á vontade. – pediu Bill – Eu vou arrumar isto.

- Queres ajuda? – perguntou Kate.

                Bill sorriu.

- Não é necessário, obrigada. – disse ele, saindo do quarto.

                Kate olhou em seu redor, sem acreditar. Aquele dia tinha sido surreal! Primeiro, Bill convidou-a para a festa; segundo, foi atacada por um grupo de homens bêbados; terceiro, tinha sido salva por Bill; quarto, iria dormir na cama dele. Abriu a cama de Bill e deitou-se, tapando-se com os lençóis. Todo o leito tinha o perfume de Bill. Seu coração parecia muito mais aliviado por estar ali. Fechou os olhos, mas estes voltaram-se a abrir de imediato.

                Levantou-se, não conseguia adormecer. As caras dos homens bêbados apareciam-lhe na sua mente. Abriu a porta do quarto e caminhou pelo corredor. Não sabia qual seria o quarto de Tom, teria de procurar em todas as divisões.

A porta do quarto do lado esquerdo estava encostada. Empurrou-a um pouco e ouviu o ressonar de um homem e de uma mulher. Era o quarto da mãe e do padrasto. Seguiu para a divisão da esquerda, era uma sala. Caminhou para a parede do outro lado, a primeira divisão era uma sala, a outra era uma casa de banho e, finalmente, na porta em frente ao quarto de Bill era o quarto de Tom. Kate sentiu-se uma idiota por não ter começado pelo óbvio!

A porta estava encostada, empurrou-a. O quarto estava escuro, apenas iluminado pela luz que a frecha da porta iluminava a cama, onde realçava um relevo, o corpo de Bill. A respiração do rapaz era a única coisa que se ouvia no quarto.

- Bill?

- Sim?

                A voz de Bill, abafada pelos cobertores ouviu-se. O rapaz libertou-se dos cobertores e olhou quem o chamava. Kate estava encostada á porta, vestida com a larga camisola de Tom. Bill estava com uma t-shirt preta.

- O que se passa, Kate? – perguntou – Está tudo bem?

                Kate abriu a boca para responder, mas fechou-a, corada. Bill levantou-se da cama e dirigiu-se á rapariga, abraçando-a.

- O que aconteceu? – repetiu.

- E-eu … - gaguejou Kate, fechando os olhos enquanto tinha a cabeça encostada no peito do amado – É ridículo!

                Soltou-se dos braços do rapaz, lentamente.

- Eu vou voltar para o teu quarto…

                Mas a mão de Bill impediu-a de ir, puxando levemente para si. Os olhos do rapaz olhavam-na, brilhante e com um pequeno sorriso nos lábios.

- O que é ridículo? – perguntou Bill.

- Não consigo adormecer. – respondeu Kate, baixando o olhar – Tenho medo.

- Medo que eles regressem? – perguntou Bill, olhando-a com carinho.

- Sim.

                Uma lágrima escapou do olho direito de Kate, Bill voltou a abraçá-la, carinhosamente e beijou-lhe a testa.

- Não consegues dormir sozinha por causa disso, não é?

- É.

                Bill sorriu e pegou na mão da jovem, dando um beijo na palma dela. Puxou-a pela mão, lentamente. Caminharam de regresso ao quarto de Bill. A cama estava aberta, deixada á pouco tempo por Kate. Bill deitou-se nela e estendeu a mão a Kate. A rapariga tomou-a e deitou-se junto ao vocalista.

- Vais dormir comigo? – perguntou Kate.

- Continuarás a ter medo?

- Não. – sorriu Kate.

                Bill enlaçou a cintura dela com o seu braço e fez com que ela pousasse a cabeça sobre o seu peito, esboçando um pequeno sorriso. A face de Kate ruborizou mas sentiu-se protegida.

- Estás bem? – perguntou Bill – A tua face está quente!

- Não é nada. – garantiu.

                Bill fechou os olhos. Kate fez o mesmo. Quarto; estava a dormir na cama de Bill, abraçada a ele. Finalmente, ambos adormeceram.

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Aviso: Esta FanFic tem direitos de autor. Fui eu que a escrevi e imaginei. Não copies, por favor!

Copyright © 2008/ Molly's FanFiction

 

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publicado por Molly's FanFictions às 15:21 | link do post | comentar

4 comentários:
De mus@ a 23 de Dezembro de 2008 às 16:18
lindoooooooooooo
agora tenho a certexa qe o Bill a ama e vao ficar juntos!e o qe eu mais qero!!!
e dpx qando acabares esta começas com outra ne?
espero qe sim porqe...
eu amo
eu adoro
eu venero
eu vicio
as tuAS historias

bjs


De Aninha a 23 de Dezembro de 2008 às 20:39
hallo
desculpa nao tar a comentar
:s
eu tou a amar a fic
continua a postar linda
^^


De bones a 23 de Dezembro de 2008 às 20:44
epá! 2 chaps hoje ! uhuh!

estava mesmo a ver-se! o bill armou-se em herói e acabou cheio de nódoas negras mas na cama (apenas a dormir) com a kate!

cada vez mais lindo o romance entre estes dois!
aquela parte random com a gaby, o georg e o gustav ... xD

hasta!


De Diiana Uriie * a 24 de Dezembro de 2008 às 01:57
Chegar aqui e ter três capitulos para ler é fantástico *____*

Coitada da Kate. Mas o Bill foi super querido :D

E depois aquela Marilyn irrita-me. Claro que ela não iria ficar gorda -.-

Mal posso esperar pelos dois capítulos de amanhã e os de depois de amanhã ^^

Beijinho @


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